Navegue pelo Sistema Solar com seu navegador!

por KENTARO MORI em DÚVIDA RAZOÁVEL  COMPARTILHE››

duvida razoavel Navegue pelo Sistema Solar com seu navegador!

Solar System Scope é um planetário online que abre em seu navegador, sem precisar instalar nada e simplesmente espetacular: tridimensional, de navegação intuitiva incluindo a scroll wheel de seu mouse. Na barra inferior está o controle de tempo, e você pode selecionar datas ou avançar e retroceder o tempo, vendo os planetas girando loucamente.

Na barra esquerda estão as opções mais avançadas, permitindo transformar a visão para um modelo geocêntrico ou uma visão panorâmica, exibindo melhor o zodíaco e o movimento retrógrado.

Você também pode ajustar a escala dos planetas e suas órbitas — na visão inicial, os planetas são exibidos muito maiores do que realmente são, e as órbitas muito mais próximos do que descrevem.

Na escala real é fabuloso, e como diziaCarl Sagan, um exercício de humildade ver como são pontos minúsculos em um vasto espaço de órbitas distantes e imensas.

Também se pode ativar a visão de constelações, ou as estrelas como pontos brilhantes no céu, entre muito mais.

Há literalmente uma infinidade de descobertas e conhecimentos envolvidos nesta simulação de nosso sistema solar, e é fantástico poder brincar e simular algo que representa um esforço de milhares de anos por compreender as luzes no céu.

E mesmo este é apenas um modelo, uma simplificação da realidade: você sabia que a órbita de Plutão, por exemplo, e por decorrência a de todo o sistema solar é a longo prazo caótica? Mas esta já é outra história, para outra coluna.

Por ora, que este planetário digital executado em Flash represente algo da ciência que liga a vastidão dos céus às proezas de nossas mentes, e vice-versa. [via Amazing.es]

http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/navegue-pelo-sistema-solar-com-seu-navegador-39410

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Cientistas dão nó na luz

Eletrônica

Cientistas dão nó na luz

Cherry Lewis 

 

O círculo colorido representa o holograma, do qual emerge o vórtice óptico trançado em um nó. [Imagem: Dennis et al./Bristol University]

Amarrando a luz

Cientistas conseguiram pela primeira vez dar um nó na luz. E não um nó em uma fibra óptica ou qualquer meio por onde a luz esteja passando, mas um nó em um feixe livre e puro de luz.

A proeza parece mais notável em razão do senso comum de que a luz sempre viaja em linha reta. De fato é isso o que acontece na maior parte das vezes. Mas frequentemente não significa sempre.

"Em um raio de luz, o fluxo de luz que viaja através do espaço é semelhante ao fluxo da água que flui em um rio. Embora ela frequentemente flua em uma linha reta - saindo de uma lanterna, de uma fonte de laser etc. - a luz também pode fluir em turbilhões e redemoinhos, formando estruturas no espaço chamadas vórtices ópticos," explica o Dr. Mark Dennis.

Dennis, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, foi um dos responsáveis pelo feito de dar nós na luz, que contou ainda com a participação de seus colegas das universidades de Glasgow e Southampton. O experimento foi publicado neste domingo na revista Nature Physics.

Redemoinhos de luz

A compreensão precisa das propriedades da luz, permitindo seu controle a ponto de lhe dar nós, tem implicações importantes para a tecnologia dos raios laser, usados em uma ampla gama de indústrias, na medicina, nas telecomunicações e em outras pesquisas científicas.

Mas, para entender os nós na luz, é preciso retornar aos vórtices ópticos. Ao longo dessas "linhas" - desses redemoinhos de luz - a intensidade da luz é zero, o que significa que não há iluminação, fica tudo escuro. Toda a luz ao nosso redor é repleta dessas linhas escuras - porém, por serem escuras, nós obviamente não podemos vê-las.

É possível criar vórtices ópticos artificialmente e de forma controlada usando hologramas, que direcionam o fluxo de luz.

Cientistas dão nó na luz

O círculo colorido representa o holograma, do qual emerge o vórtice óptico trançado em um nó. [Imagem: Dennis et al./Bristol University]

Teoria dos Nós

Os pesquisadores britânicos empregaram a Teoria dos Nós, um ramo da matemática inspirado nos nós que amarram e embaraçam cordas e cadarços de sapato, para criar hologramas especialmente projetados para dirigir os vórtices ópticos, fazendo-os criar nós não de cordões, mas de luz.

Com isto, além dos interesses na área do laser e da fotônica em geral, a nova pesquisa demonstra uma aplicação física de um ramo da matemática anteriormente considerado completamente abstrato.

"O sofisticado holograma necessário para este experimento de 'amarrar' a luz demonstra uma capacidade de controle óptico extremamente avançada, que sem dúvida poderá ser usada em dispositivos a laser no futuro," diz o Dr. Miles Padgett, que coordenou os estudos.

"O estudo dos vórtices ópticos começou com o Lord Kelvin por volta de 1867, em sua busca por uma explicação dos átomos", acrescenta Dennis. "O nosso trabalho abre um novo capítulo nessa história".

Bibliografia:
Isolated optical vortex knots
Mark R. Dennis, Robert P. King, Barry Jack, Kevin O'Holleran, Miles J. Padgett
Nature Physics
17 January 2010
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nphys1504

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cientistas-dao-nos-na-luz&id=010810100118&ebol=sim

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Patrick Geryl, 2012

Patrick Geryl é autor de vários livros publicados em diversas línguas. Todos eles se converteram em bestsellers. Desde cedo se interessou por astronomia, tendo estudado centenas de publicações e livros sobre o tema. Geryl predisse diversas mudanças no universo e algumas das suas predições têm-se vindo a confirmar, pelo que obteve grande notoriedade na imprensa belga.
Através dos seus conhecimentos astronómicos, seguiu um rasto que o levou a uma civilização avançada que foi destruída por uma inversão dos pólos da Terra. Os descendentes desta civilização – os Maias e os antigos Egípcios – previram uma catástrofe similar para 2012 e tal descoberta impulsionou Geryl a iniciar uma intensa investigação sobre o assunto, reflectida em 3 livros publicados.
O autor chegou à surpreendente conclusão de que a Terra irá ser sujeita a um imenso desastre. A causa: mudanças no campo magnético do sol irão gerar violentas explosões solares e triliões de partículas vindas do sol atingirão a Terra afectando a polaridade do planeta inteiro. Resultado: o nosso campo magnético vai se inverter de uma só vez com consequências catastróficas para a humanidade: grandes terramotos, tsunamis colossais e intensa actividade vulcânica. De facto, toda a crosta terrestre vai-se deslocar, movendo continentes milhares de quilómetros das suas posições actuais.
Segundo Geryl, existem grandes evidências na literatura das civilizações antigas de que tal desastre já aconteceu no passado e também pistas de que eles sabiam quando outra catástrofe iria ocorrer. O Códice de Dresden dos Maias, por exemplo, contém os segredos do ciclo das manchas solares, acerca do qual os modernos astrónomos sabem muito pouco. O Zodíaco astronómico dos Egípcios descreve a data exacta dos anteriores cataclismos e as suas consequências. Dado que Geryl descobriu que ambas as civilizações fizeram cálculos astronómicos mais precisos que os actuais, concluiu que as suas previsões acerca da próxima catástrofe estão correctas também.
Patrick afirma que os Maias e os Egípcios são descendentes da Atlântida e que estes últimos tinham conhecimentos astronómicos bastante desenvolvidos, levando-os a prever exactamente a última catástrofe, em 9792 a.C. Muitos fugiram em barcos para o Egipto e América do Sul. Em 2012, Vénus e Órion, bem como outras estrelas, vão posicionar-se do mesmo modo que em 9792 a.C. Patrick e outros colaboradores, baseados em extensa pesquisa científica e arqueológica, estão ainda empenhados em encontrar a chamada “Câmara dos Registos”, uma cápsula do tempo esquecida num enorme labirinto que possui documentos anteriores a essa catástrofe e que foi criada pela raça pré-diluviana e pelos antigos egípcios, com o intuito de preservar a sua sabedoria para a posteridade.
Patrick Geryl defende assim que o nosso fim está iminente e que deveríamos levar muito a sério os seus cálculos que colocam a próxima inversão dos pólos em 2012, dedicando actualmente o seu tempo a formar grupos de sobrevivência a este cataclismo.

http://ciclodaseras.blogspot.com/2008/10/blog-post_6972.html


Link:
http://www.howtosurvive2012.com/htm_day/home.htm

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Psicologia
Sobrevivência dos mais generosos

Foto: Jonathan PayneUma equipe de pesquisadores está contestando a antiga crença de que os humanos foram projetados para serem egoístas. Em muitos estudos, os cientistas estão a acumular um crescente corpo de evidências que sugerem que nós evoluímos, e continuamos a nos tornar seres mais compassivos e colaboradores em nossa missão de sobreviver e prosperar.


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Dacher Keltner, um psicólogo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, autor de "Born to be Good: A ciência de uma vida significativa", e seus colegas estão reforçando a teoria de que os seres humanos como espécie, são bem-sucedidos justamente por causa da natureza amorosa, altruísta e compassiva, num maior ou menor grau, em uma percentagem significativa de pessoas.
Keltner e seus colegas chamam isso de "sobrevivência do mais generoso."

Como apontado por Keltner, porque nossos jovens são muito vulneráveis, o desafio central para a sobrevivência humana e replicação dos genes é de cuidar dos outros, começando com as nossas crianças. Os seres humanos têm sobrevivido como espécie, porque nós desenvolvemos a capacidade de cuidar dos necessitados e cooperar. Como Darwin muito assumido, a compaixão é o nosso instinto mais forte.

A equipe de Keltner é investigar como a capacidade humana de cuidar dos outros e cooperar com eles é determinado em regiões específicas do cérebro e sistema nervoso. Um estudo recente descobriu evidências convincentes de que muitos de nós são geneticamente predispostas a ser simpático.

A questão explorada no novo estudo é: Como ser uma pessoa generosa garante a nossa sobrevivência e eleva o nosso estado entre os nossos pares?

Uma resposta, de acordo com o psicólogo e sociólogo Robb Willer, da Universidade da Califórnia em Berkeley, é que quanto  mais generosos formos, maior será o respeito que recebemos de nossos colegas e a influência que temos sobre eles.

Em um estudo recente, Willer e sua equipe deu a cada participante uma quantia modesta de dinheiro e disse que eles estavam jogando jogos de complexidade variável para ajudar instituições de caridade. Os resultados mostram que os participantes que agiram mais generosamente receberam mais presentes, respeito e cooperação de seus pares e exerceram maior influência sobre eles.

O que encontramos neste estudo, como observado por Willer, é que alguém que age limitado por seu próprio interesse é evitado por seus pares, ele não vai respeitar, e até mesmo odiado, reduzindo suas chances de sobrevivência, não contando com a ajuda dos outros, e tem sucesso reprodutivo reduzido, enquanto aqueles que se comportam generosamente com os outros são tidos em alta estima por seus pares, que faz nascer o seu status, aumenta suas chances de sobrevivência e desfruta um maior sucesso reprodutivo.

http://www..amazings.com/ciencia/noticias/130110b.html

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Analítica

EL Efecto Nostradamus
Analítica
En una serie de 12 episodios HISTORY lleva hasta las pantallas (até às telas) las profecías más escalofriantes sobre un mundo en peligro. ¿Son éstas precisas e inevitables ...

http://www.analitica.com/noti-tips/3583755.asp

O Efeito Nostradamus

Imprensa Fórum de Mídia

Em uma série de 12 episódios o canal HISTORY levou às telas a mais arrepiante profecia sobre um mundo em perigo.

São estas precisas e inevitáveis? Podemos escapar do terrível destino previsto por Nostradamus e outros profetas?

O fim está próximo. Pelo menos é o que dizem as previsões apocalípticas de Nostradamus, o livro do Apocalipse, do calendário maia, entre outros.

Muitas das previsões sombrias de destruição global denotam o ano de 2012.Deveríamos estar preocupados? Se estas previsões estiverem corretas e inevitáveis, existe alguma maneira de evitar ou pelo menos adiá-las de se tornarem uma realidade?

Efeito Nostradamus foi transmitido pelo canal HISTORY em 12 episódios, examinando algumas das profecias do fim do mundo, que ocorreria no século XXI.

Michel de Nostredame mais conhecido como Nostradamus foi um médico e astrólogo francês do século XVI, cujo nome é sinônimo de visões apocalípticas do futuro próximo e distante. Seus escritos parecem ter antecipado, afirmando com precisão muitas catástrofes naturais, epidemias e guerras.

Muitos especialistas consideram Nostradamus charlatão, descrevendo o século XVI com uma reputação injusta e inflada; mas outros argumentam que o seu recorde de "sucesso" é muito impressionante para ser ignorada.

Começam a dar crédito a ele nas previsões sobre o reinado de Napoleão, a ascensão de Hitler, as duas guerras mundiais e o pouso lunar da Apollo.

Nostradamus também falou da chegada de não um, mas três anticristos que são batidas para a humanidade. Se Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler foram seus dois primeiros anticristos, como muitos pesquisadores acreditam, então por que devemos estar cientes da chegada da terceira? Um vilão global mais sanguinário do que o anterior?

O Efeito Nostradamus revisões das previsões feitas por outras culturas durante séculos, os pontos de conexão com os acontecimentos do mundo atual.

O calendário maia, que termina em 21 de dezembro de 2012. Você realmente quer dizer que este marca um dia em particular, o fim do mundo?

É o arrebatamento e a tribulação da humanidade por um período de sete eventos a ocorrer em nosso tempo, como previsto no Livro do Apocalipse na Bíblia?

O projeto arquitetônico das pirâmides do Egito, contém um código que diz que o perigo iminente para a nossa geração? "O chamado" Roll of War ", um dos famosos Manuscritos do Mar Morto descobertos em 1947, prevê cerca de uma guerra apocalíptica que já está em processo?

O Efeito Nostradamus analisa essas e outras previsões sobre o fim dos tempos, separando as profecias parecem ser mais baseada na visão do que eles são apenas teorias da conspiração selvagem.

Produtor Executivo de História é Marlene Braga. Efeito Nostradamus foi produzido por Workaholic Productions para a História. Os produtores executivos de Produções Workaholic é Matthew P. Hickey e Ellis Lucas.

O efeito de Nostradamus

SINOPSE - O EFEITO NOSTRADAMUS

  • Episódio 01: "Da Vinci O Armageddon"

Foi Leonardo Da Vinci, um dos grandes filósofos da história do artista e do técnico, um profeta? Pistas escondidas nas pinturas sugerem que o professor tinha visões de desastres ecológicos que assolaram a Terra.

  • Episódio 02:. "O Anticristo Terceiro? (31 de Janeiro)

O profeta mais reverenciado na história, Michel de Nostredame, viu a vinda de três anticristos que são batidas para a humanidade. Os dois primeiros parecem ter sido Napoleão e Hitler. Se houver, Quem é o terceiro Anticristo?

  • Episódio 03: "Extinção de 2012!"

O Calendário Maia tem uma data de validade: 21 de dezembro de 2012. É quando os Maias acreditavam que o mundo enfrentaria o fim catastrófico? É uma simples coincidência que outras culturas antecipem essa data como o início do fim?

  • Episódio 04: "Filho de Nostradamus"

Era o filho mais velho de Nostradamus também um profeta? O "livro perdido" com perturbadoras previsões que se pensava era a criação de Nostradamus, talvez a obra de César Nostradamus.

  • Episódio 05: "Hitler Juramento de Sangue"

Foi Adolf Hitler, a história do louco mais famoso, também um profeta? Que papel tem o seu interesse no sobrenatural em sua tentativa de construir uma raça ariana?

  • Episódio 06: "O Código Apocalipse"

Sir Isaac Newton, um dos maiores gênios científicos da história, era também um homem obcecado com os segredos da alquimia e da profecia bíblica. Foi ele quem construiu o ano 2060 como os últimos dias da terra.

  • Episódio 07: "O exército de Satanás"

Após o nascimento de Cristo, o apóstolo João recebeu uma visão da guerra final de Satanás contra Deus. O que preocupa muitos especialistas agora é que vários eventos importantes que antecedem esta guerra apocalíptica já se tornou realidade.

  • Episódio 08: "Os Segredos de O Sétimo Selo"

O livro do Apocalipse descreve um final violento para a humanidade - um período de sete anos de morte e destruição sem precedentes. Quando pode acontecer esta Revelação? E quem pode sobreviver a ira de Deus?

  • Episódio 09: "Os hieróglifos do Juízo Final"

Um novo olhar sobre o design das Grandes Pirâmides do Egito, revelou profecias na arquitetura deslumbrante que pressagiam um fim violento do mundo. Será que os egípcios sabiam que um cometa teria um impacto sobre a Terra em 2012? 

  • Episódio 10: "O Arrebatamento e a Tribulação"

Muitos crentes afirmam que todos os eventos que anunciam o arrebatamento e a tribulação já ocorreu. Como é possível? Isso poderia significar que o arrebatamento e a tribulação está quase a chegar? Se assim for, estamos agora à beira de um apocalipse?

  • Episódio 11: "Lost A Profecia de Fátima

Em 1917, três pastorinhos em uma cidade pequena em Portugal informou que eles tinham sido visitados pela Virgem Maria. Foi a mensagem divina recebida por jovens pastores um aviso sobre a aniquilação nuclear?

  • Episódio 12: "Armageddon plano de batalha

Em 1947, antigos pergaminhos foram descobertos nas cavernas do deserto perto do Mar Morto. Em um texto, agora denominado "Roll of War", descreve em detalhes arrepiantes uma futura guerra apocalíptica que irá acabar com o mundo.

(The History Channel)

Imprensa Fórum de Mídia

 

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2012: Por que ele poderia ser muito bom. E por que ela pode ser muito ruim, ao mesmo tempo…
(Porque o Sol pode escurecer durante 3 dias)

"Eis o Sopro do Dragão"

Por: Publicado RumorMail

Michael Harrington é um leitor assíduo do Rumor Mill News. Ele me enviou seu livro, "Touched by Sopro do Dragão. Eu estive lendo e amando cada página dele. É tão fácil de ler. Adoro livros que só deleite meu cérebro ... melhor do que os que eu tenho que ler cada frase duas ou três vezes para entender o que o escritor está dizendo. O estilo de escrita de Michael é tão fácil de ler ... sua mente apenas flutua junto com ele.

Aqui está um artigo que ele escreveu sobre seu livro. E ele será um convidado da Rádio RMNews após o primeiro dia do ano.


Tocado pelo sopro do dragão


por Michael Harrington

 

St. Germain chamou de "Golden Nebula", David Icke, o "Cinturão de Fótons"; 2 Barbara Hand Clow refere a ele como o "Photon Band", em A Agenda Pleiadiana. Mas existe um outro nome para esta banda espectacular de luz multi-dimensional que encontramos duas vezes em nossa jornada 26.000 anos em torno do nosso Sol Central, Alcyone. Esse nome secreto é dito para honrar um poderoso grupo de seres benevolentes, agora obscurecido pela névoa do tempo, mas uma vez reverenciado em toda a Via Láctea pela sua coragem e integrity.3;  eu aprendi primeiro este nome antigo em uma noite de verão, 1987.

Crepúsculo no Himalaia

Eu tinha estabelecido uma contemplação silenciosa antes de me retirar de um dia sem incidentes. No calendário eu leio, agosto, 17 horas. Pouco tempo para o exercício espiritual, tomei consciência de uma luz bruxuleante de dança, sempre tão mal na escuridão da minha visão interior. Eu concentrei toda a minha atenção sobre a luz. Mesmo que as imagens fossem esparsas de uma fogueira gradualmente emergiu das sombras e entrou em foco. Por trás das chamas laranja-dourado, um homem sólido com uma túnica de cor escura estava sentado na forma de lótus, as mãos cruzadas no colo, olhos castanhos. Keen lançou um tipo “bem-vindos”.

Cold - umidade - urtigas verde - o cheiro forte dos animais. Uma rápida olhada ao redor revelou uma pequena caverna. À minha esquerda, uma pesada porta de madeira reforçada com barras de metal fixado na entrada. O cheiro forte vinha de um iaque sujo escondido que amorteceu o chão duro debaixo de mim. Uma pilha de rodelas de estrume de iaque forneceu combustível para o fogo."Que lugar é esse?" Eu me perguntava. Surpreendentemente, a palavra "Tibete" rolou pela minha mente. Eu tentei de novo. "Por que estou aqui?" Desta vez não houve resposta.

Evidentemente, eu estava convencido de que agora devidamente aclimatados, o homem levantou-se em seus pés. Adivinhei sua idade parecia estar em fins de setenta anos, sua altura de cerca de seis pés de quatro. Com a crescente curiosidade segui o homem em silêncio em direção à porta maciça com dobradiças enferrujadas que respondeu com um rangido alto. A porta se abriu revelando uma visão inspiradora. Talvez meia dúzia de faixas de montanha, uma atrás da outra, rolou majestosamente em direção a um horizonte roxo. Era crepúsculo nos Himalaias!

Saí para uma trilha estreita que serpenteava, o caminho íngreme para cima em direção aos picos nevados envoltos em nuvens. Ele se levantou do chão do vale, uma planície inóspita e desolada.Nunca tinha visto tal lugar, só, sem vida.

Seguindo o meu olhar, o homem falou pela primeira vez. "O Chang Tang Planalto", afirmou. "É um símbolo da luta do homem para a libertação. Alguns chamam isso de "o vale de dor e desilusão," outros ", do Agreste de Deus '- mas isso não é obra de Deus. Mais apropriadamente poderia ser chamado de "Vale do Homem,« porque o homem foi criado. Durante séculos, ele não entendeu a mecânica da criação. Ele foi induzido ao erro ... mas isso não  faz desculpá-lo de responsabilidade ".

Nós andamos quinze metros acima da fuga rochosa. "Vamos sentar e esperar", disse ele, num tom ressonante com familiaridade. Dez minutos se passaram, então, mais dez. Apenas o som quase inaudível da minha respiração interrompeu o silêncio. Um vento suave brotou da montanha nas nossas costas. Eu estava prestes a perguntar o que estávamos esperando, quando notei um barulho estridente vindo do vento. Ele ficou mais alto que o aumento da velocidade. Por trás deste som surgia outro - o fraco, assombrando, melodia da gaita de foles distante. Agora o vento musical foi escovar os cabelos soltos do meu companheiro de cinza à frente e puxando com malícia nas bordas do meu manto de lã.

Então o vento, brincalhão morder mudou novamente. Ele uivava como um animal ferido, empurrando o seu caminho cercando e descerdo a montanha com uma determinação crescente. Eu meti o queixo no meu peito, me preparando contra seus rajadas rugindo ... e ainda a tempestade aumentou. Virei-me para falar, mas uma mão levantada pediu silêncio.

"Não!" O homem gritou, apontando para o horizonte numa expectativa infantil. "Olha lá." Seus olhos dançaram com alegria. "Eis o sopro do dragão! Ele está vindo. Ele está vindo! "

À distância, eu vi uma onda de luz dourada, tão longe que era pouco mais que uma linha gravada no horizonte roxo - ainda pulsante de vida, subindo e descendo em ondulações sutis. Virei-me para o meu companheiro procurando uma explicação, mas nenhum estava disponível.

De repente o vento parou. Ele não apenas moveu para baixo. Ela parou abruptamente. Houve um silêncio absoluto no ar. Nesse mesmo momento o meu gato Himalaia chegou em casa da sua expedição de caça-rato à noite, no outro lado do globo. A agitação delicada da cama me trouxe de volta imediatamente.

Interpretando a experiência como um sonho, eu imaginei que a vida-alterando-se as alterações apareceram à frente. Muitas vezes, o vento da montanha simboliza a árida planície E "o vento da mudança." - Vale de dor e desilusão - ligada à criação irresponsável do homem sobre seu mundo, algo a ser corrigido. Mas aquela onda maravilhosa de luz continuaria a ser um mistério total para os anos seguintes.

Onde Estamos no relógio cósmico

Naquela noite mágica no Tibete, o mundo foi tocado pelo sopro do dragão. Alguns podem reconhecer a data, 17 de agosto de 1987, como a Convergência Harmônica. Este foi o ponto médio dos 50 anos, Tempo / Espaço Zona de Sobreposição entre a Era de Peixes e a Era de Aquário (Fig. 1).

FIGURA 1: 50 anos, o espaço / tempo OVERLAP ZONE5

Ciclos não começam e terminam abruptamente. A força do ciclo de saída diminui gradualmente, enquanto que seu sucessor vai sumindo dentro da zona de sobreposição resultante, depende da duração do ciclo em questão. A Convergência Harmônica marcou o momento em que a energia de entrada da Era de Aquário e a energia que sai da Era de Peixes foram igualmente equilibrada. Daquele dia em diante, a energia de Aquário foi o mais dominante. Aqueles que vivem no mesmo período do ano 2005 começa com a Convergência Harmônica e termina em 21 dezembro de 2012, vai ver o acabamento de um paradigma é o nascimento de outro.

A emoção e temor em torno de 2012 é ainda agravado pelo fim síncrono de quatro ciclos principais. Com a nossa entrada em Aquário, o ciclo de 2160 anos da Era de Peixes está chegando ao fim. Ao mesmo tempo, cerca de 26.000 anos de precessão da Terra dos equinócios - um Grande Ciclo Maia - encontra sua conclusão.

Além disso, de acordo com ambas as cosmologias maia e asteca, 2012 é o ponto final de um ciclo de 104.000 anos, composto de quatro grandes ciclos; mas o mais surpreendente de tudo é a conclusão de nosso sistema solar de 225 milhões de anos Galactic Orbit, também prevista para 2.012.

O que esperar

Como muitas culturas indígenas, os tibetanos ansiosos para a chegada de 2012 com grande expectativa. Seu calendário, o Kalachakra, contém uma profecia de que 860 anos após a sua introdução no Tibete, que aconteceu em 1127, as condições estariam reunidas para um período de 2005, que culminaria no aparecimento da cidade sagrada espiritual tibetano conhecido como Shamballa . Oitocentos e sessenta anos após 1127 é 1987. Vinte e cinco anos depois disso é 2012!

Uma das profecias mais fascinante que gira ao redor de 2012 remonta há mais de 110 anos ao tempo de Quetzalcoatl, também conhecida como "Pale Profeta." Afirma que, durante cinco ciclos completos da Estrela Dawn (Vênus), o que equivale a 520 anos (5 X 104 anos), que terminou no ano 2012 do calendário maia, a regra dos estrangeiros [grifo nosso] iria crescer em orgias maior e cada vez maior de morte e destruição; mas depois as coisas mudariam.

A profecia continua:

Quando eles poluíram a Terra a um ponto tal que o número da Terra torna-se 13 [Ressonância Schumann], então, nesse momento em que deve haver mais.

O sonho deve alterar, como Hu Nab Ku (Nosso Pai Celestial) tem um plano, um grande plano e que não pode ser alterada ... Haverá uma grande mudança, uma grande agitação e todas as coisas devem ser tocadas, mesmo as pedras, e em um momento haverá um grande inchaço de luz que vai encher os céus e até mesmo bloquear a luz do nosso Sol em seu brilho [Dragon's Breath], e os mundos são divididos assim como os céus ... em um momento. E nesse momento você deve estar onde está seu coração, pois o tempo como nós conhecemos não será mais.

Dr. Noel Huntley fala sobre os efeitos da entrada no Cinturão de Fótons e acima mencionada, "dividindo-se do caminho" em seu site, "Duality and Beyond". Ele afirma que, no início dos anos 80 um anúncio de rádio nos EUA declararam que o nosso sistema solar iria colidir com uma "nuvem eletromagnética" em um futuro não muito distante. Follow-up dos dados foi suprimido. Dr. Huntley explicou que nosso sistema solar foi desnatado o cinto durante alguns dias em 1987.

A Terra não é esperada para entrar plenamente até o ano de 2012. Naquele tempo, vamos experimentar seus efeitos full-blown.
Ele afirma ainda que este encontro cósmico com o sopro do dragão irá resultar na erradicação de profundos problemas psicológicos, emocionais e físicos. Velhos padrões vão subir para a superfície, e será lançado. DNA será atualizado por estas novas freqüências poderosas. A matéria também será afetada pela atividade intensa de fótons. Todos os objetos aparecerão para fluorescência.

Dr. Huntley acredita que essa grande transformação, o que alguns têm chamado de "Mudança das Eras", é a tão alardeada "ascensão". Além disso, abordando os três dias da profecia de trevas, Dr. Huntley postula que iremos vivenciar 3-5 dias de escuridão se o nosso sol encontrar o Sopro do Dragão em primeiro lugar. Como seria em outra dimensão, o sol não seria capaz de nos fornecer luz. Se a Terra entrar primeiro, seria imediatamente arrastada para a luz brilhante do Belt.9 Photon

Escrevendo em O Maior Segredo ", afirma David Icke que as dramáticas mudanças climáticas - secas, inundações, derretimento das calotas polares, etc - que têm sido atribuídos ao aquecimento global (efeito estufa), são, na realidade, um desvio do que realmente está acontecendo. É realmente o resultado do Cinturão de Fótons e as freqüências altas sendo aterradas, a abertura de portais, a passagem de uma realidade tridimensional para a quarta e quinta dimensões.

Cruzando o Limiar de Ouro

Como a Terra eleva sua freqüência (com a ajuda de Sopro do Dragão), ela irá mudar para um novo papel. Nessa função, ela não vai mais apoiar o abusivo, controlando as energias. Enquanto corremos para o ano 2012, o ponto final da expiração de Deus, também conhecida como Ponto Zero, toda escura, as energias disfuncionais subirão à superfície e serão passadas. No seu estado mais elevado, a Terra não vai tolerar as vibrações de ódio, violência ou subjugação.

Com o conhecimento prévio das mudanças que virão, podemos relaxar e apreciar o ato final no jogo de Peixes para o que é. Podemos informar aos outros sobre a mudança dimensional e o renascimento por vir. Com a preparação adequada, a atitude e interior, podemos negociar com o sucesso quaisquer mudanças que possam ocorrer.

Apesar do que ouvimos da mídia corporativa, isso não é um momento de tristeza e melancolia.
Por outro lado, como a chegada de Sopro do Dragão testemunha, é um tempo de oportunidades. Hoje estamos no limiar de um mundo novo e excitante. Grandes coisas esperam: a felicidade, a liberdade e a abundância global.

Há uma luz no fim do túnel ... e que a luz é a Idade de Ouro!

NOTAS MUITO IMPORTANTES DO EDITOR WEB, Relfe STEPHANIE

Se o sol vai escuro por três days, você tem que descobrir o que você terá que fazer para se preparar para isso, para sobreviver ao frio. E, provavelmente, sem electricidade.

Outras provas de que o sol pode escurecer durante 3 dias:

  1. A existência do "Sol Negro" sociedade secreta.
  2. Em " Acima Preto, o Projeto Preservar Destiny ", Dan Sherman, quando os militares dos EUA, foi dada a tarefa de aprender a comunicar-se telepaticamente por um tempo quando a eletricidade não irá funcionar. Isso poderia significar, quando o sol ficar escuro. E se isso for verdade, então isso pode significar que até mesmo um GERADOR NÃO VAI FUNCIONAR.

Então, POR FAVOR, antes de dezembro 2012 tem em sua casa, para você e outras pessoas próximas a você, no mínimo,

  1. Super quente sacos de dormir.
  2. Artigos de tempo para as cabeças, mãos, pés e corpos.
  3. Acumulação de água por pelo menos três semanas.
  4. Os alimentos armazenados que você não precisa cozinhar por pelo menos três semanas.
  5. Velas para pelo menos 80 horas de escuridão.
  6. De preferência, a capacidade de fazer um fogo em sua casa.
  7. fogão à gás portátil. Gás Plus.

 

Referências:

1. Mary Carroll Nelson, Beyond Fear: Um Guia Tolteca para a Liberdade e Alegria (Livros do Conselho de Carvalho, 1997) p. 31.
2. David Icke, o maior segredo (Ponte de Publicações Love, 1999), pp 476-477.
3. Antiga Ordem dos Dragões Beneficente.
4. A primeira história apareceu em Touched by the Dragon's Breath: Conversas em colisão de Rivers, Michael Harrington (Susan Creek Books, 2003), pp 11-14.
5. Harrington, Sopro do Dragão, p. 19
6. Barbara Hand Clow, A Agenda Pleiadiana (Bear & Co., 1995), p. 49, 105.
7. Jay Weidner e Vin Pontes cento, um monumento para o Fim do Tempo (Aethyrea Books, 1999), p 173.
8. Ghost Robert Wolf, Days of Destiny, trechos de seu website (5/6/03): www.wolflodge.org.
9. Dr. Noel Huntley, "Auto-Referência dos Sistemas de zero relativo"; www.users.globalnet.co.uk/ noelh ~
Nota: Este artigo apareceu pela primeira vez em New Leaf "Evolve Magazine", edição Inverno 2008.

Michael Harrington é o autor de Touched by Sopro do Dragão: Conversas em rios de colisão. Ele fez sua casa no noroeste do Pacífico.

Michael, especialista em qualidade da água, tem uma faixa preta em Tae Kwon Do, goza de esqui alpino, e relaxa indo para passeios no país com seu gato Ragdoll, Jake.

http://www.susancreek.com/

www.MetaTech.org

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FAMÍLIAETEMPO

 

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Bebemos muito, gastamos sem critérios. Dirigimos excessivamente rápido, ficamos acordados até mais tarde, acordamos cansados.

Lemos muito pouco, assistimos TV em demasia, perdemos muito tempo em relações virtuais, mas raramente estamos com quem amamos.

Multiplicamos nossos bens, mas  reduzimos nossos valores. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não o nosso próprio espaço interior.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Além de não limparmos o ar, poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; formamos mais, mas aprendemos menos; planejamos muito, mas realizamos pouco.

Nos acostumamos a nos apressar e não a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do Fast Food e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.

Um tempo de muita coisa na vitrine e muito pouco na cabeça.

Então, dê a volta por cima, esquive-se da mediocridade. Lembra-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.

Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Não se esqueça de dizer “Eu te amo” a sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame-se.

Um beijo e um abraço, quando vêm de lá de dentro, cura a dor; por isso, valorize sua família, seus amigos, a pessoa que te ama, e aquelas que estão sempre ao seu lado.

Faça da vida uma experiência divina e não um objeto de consumo.

Texto escrito por: George Carlin

Publicado: Jornal LOTUS QUALIDADE DE VIDA

Edição: N°12  junho 2010

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Os Ataques de 11/09: A ausência de destroços

 

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Artigo original em 11-S: Análisis crítico – Hechos y leyendas sobre el atentado que cambió el mundo
Tradução gentilmente autorizada. Colaboração de Vitor Moura

Uma pergunta que está na boca de muita gente que não acredita na versão oficial em torno do vôo 77 é: como é possível que depois de uma colisão como a que se supõe que tenha ocorrido no Pentágono não sobrassem restos visíveis do avião, como se vêem claramente em outros acidentes aéreos?

Antes de responder, analisemos o que se pode esperar de um impacto como o que se supõe ter ocorrido no Pentágono.

Um aparelho de uns 100.000 kg de massa colide a uns 850 km/h contra um muro reforçado. Podemos esperar que ele resvale e sobrem restos muito grandes e reconhecíveis espalhados ao redor do ponto de impacto? Definitivamente, não. Num experimento realizado pelos laboratórios Sandia em 1988 em que um F-4D Phantom é lançado contra um muro (o vídeo está disponível também no YouTube) a uma velocidade similar (770 km/h), vê-se como a parede “engole” o avião sem que o que sobre sejam restos reconhecíveis, exceto principalmente fragmentos de concreto e outros de pequeno tamanho (nota importante: esse avião não levava querosene; os tanques estavam cheios de água).

A parede do Pentágono não pôde resistir à tremenda energia do impacto, por isso quase todo o avião, especialmente as partes mais pesadas, atravessa o muro e fica no interior. Algumas partes do avião que cedem mais facilmente e são pouco pesadas, e quiçá algumas outras a esmo, podem resvalar para fora ou sair despedaçadas pela onda expansiva.

Uma vez penetrado o muro, o avião (ou o que resta dele) encontra-se com uma multidão de colunas em seu caminho, que vão freando muitas peças. Se alguma das peças encontra um caminho livre de colunas, ou se derruba sem dificuldade as poucas com que colide e é muito pesada, pode chegar aatravessar mais um muro, tal e como sucedeu na Torre Sul.

Agora resta saber em que medida o esperado corresponde com o observado. Havia restos de avião no Pentágono? Estavam distribuídos como se podia esperar dadas as circunstâncias?

Desde já, sim, havia restos da cobertura de fuselagem (que cede facilmente e é pouco pesada, por ser de alumínio) pelos arredores do ponto de impacto:

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Fragmento de fuselagem (a versão em alta resolução está disponível na
fonte original).

Observe-se também o fragmento que há à sua direita, que também parece pertencer à fuselagem ainda que não pareça ser de alumínio, e todos os fragmentos brilhantes que há em segundo plano.

Aqui uma vista do mesmo fragmento de outro ângulo, já que a imagem anterior suscitou dúvidas com respeito à cor, o que seguramente é devido à estranha iluminação produzida pela nuvem de fumaça e a contraluz. Também se vêem outros fragmentos espalhados pela grama:

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Outro fragmento em segundo plano:

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(
fonte)

A seguinte fotografia mostra alguns destroços que são retirados, e em segundo plano o que parece o mesmo fragmento da imagem anterior:        
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Este disco parece pertencer a um motor. Está no exterior, mas é muito provável que fora tirado do interior do edifício durante a limpeza que a equipe de resgate precisava realizar para poder chegar aos corpos:

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(
fonte)

Mais sobre este disco em: O disco.

Mais restos sendo retirados:

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Mais fragmentos de fuselagem dispersos:

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(
imagem original em alta resolução)

Observe-se como alguns destroços estão do lado oposto do local em que se produziu o acidente. Isto corroboraria as declarações de algumas testemunhas de que “choviam” fragmentos.

Outro fragmento que é retirado. Ao fundo, junto à parede, o “c” do logotipo “American” da fuselagem:

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Esse “c” causou certa controvérsia porque parece ser que foi movido para lá em algum momento durante a retirada dos restos, já que não estava nos instantes posteriores ao ataque como se viu na imagem anterior. A julgar pela posição do sol e o tamanho aparente das sombras, esta última fotografia pode ter sido tirada entre as 17 e as 20 horas aproximadamente, mas não estamos seguros sequer do dia.

Um membro do NTSB (National Transportation and Safety Board, que são os encarregados de pesquisar os acidentes aéreos) examina vários fragmentos:

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(Disponível em alta resolução na
fonte original)

Restos variados; no primeiro se vê o logo da American Airlines:

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(
fonte)

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Para entender algumas destas fotografias, convém saber que em muitas peças do avião, especialmente da fuselagem, costuma-se utilizar uma capa protetora de cromato de zinco, que segundo a composição exata adquire uma cor verde ou amarela características, tal como se vê aqui:

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E agora vejamos que apareceu no interior. Já antecipamos a imagem de um disco provavelmente pertencente a um dos motores e que seguramente se achava dentro do edifício.

Desafortunadamente, os militares não se caracterizam precisamente por sua transparência e abertura, assim não dispomos de documentação tão abundante do que se encontrou no interior. Mas ao menos temos o seguinte (fonte):

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(note-se o fragmento de cor amarela à esquerda). Esta peça parece corresponder-se à perfeição com a carcaça da câmara de combustão de um RB211-535:

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Também encontramos esta peça do trem de aterrissagem:

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Além disso, também há uma imagem de uma das “caixa pretas”, o gravador de dados de vôo:

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No juízo contra Zacarías Moussaoui também se mostraram como provas, além dessas, as seguintes fotografias:

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Gravador de voz na cabine do vôo 77 que ficou irrecuperável.

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pgimeno zacarias motor ceticismo

Há umas poucas mais em uma página dedicada a expor as provas. Também há mais algumas nareferência citada anteriormente.

Não sabemos exatamente o que causou o buraco de saída. Parece que o trem de aterrissagem dianteiro poderia estar relacionado, mas não dispomos de uma análise dos montões de sucata e entulhos que apareceram atrás. Sim, sabemos que ali havia fragmentos do avião, concretamente um envoltório metálico da roda do trem de aterrissagem (com um círculo vermelho na primeira imagem) e outros restos da cor verde característica (com um círculo vermelho na segunda imagem):

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Detalhe da peça metálica central da roda da primeira imagem (fotograma do documentário Pentagon Under Fire):

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E isto não sabemos se estava no interior e foi levado ao corredor, ou se estava fora, mas em todo caso se distingue um (mastro, torre?) do trem de aterrissagem na parte esquerda (marcado com um círculo):

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Resumindo: é verdade que parte destas evidências poderiam ter sido colocadas propositalmente no lugar (não todas: havia muitas testemunhas presenciando a cena); é verdade que a origem de algumas fotografias não está clara o bastante para saber-se com certeza se procedem de onde se diz que elas procedem. Mas em qualquer caso, não há fundamentos para perguntar “onde está o avião”.

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Grau 5 - Fukushima Dai Ichi e Césio 137 de Goiânia - Lost in Japan

Direto do Japão, Alexandre fala em seu blog “Lost in Japan”:

Pela segunda vez estou em um país que sofre um grave acidente radioativo. E de mesmo grau.
Já estou craque no assunto, veteranão!

O acidente nuclear de Fukushima está classificado como grau 5 na Escala Internacional de Acidentes Nucleares.

É o mesmo índice do acidente radiológico de Goiânia, ocorrido no Brasil em setembro de 1987, lembram?

Claro que a situação é bem diferente - terremoto e tsunami, usina atômica no Japão/ignorância humana e descarte indevido de um aparelho de raio-X no Brasil...

Mas é um longo replay de uma história bem sem graça.

  • Relembrando...

Eu era moleque na época, morava em São Paulo, capital.  Me lembro bem do terror que a vida se tornou com o episódio da cápsula de césio 137, aberta por catadores de ferro velho em Goiânia. Considerado o maior desastre radiológico da história, assustou todo o país.

Muita gente entrou em pânico mesmo, ainda mais porque o acidente nuclear em Chernobyl havia acontecido um ano antes.

A tv não falava de outro assunto, idem jornais, revistas, a boca do povão. Cenários catastróficos, teorias mirabolantes. Gente desesperada, chorando, achando que ia morrer.

Infelizmente circulou pouca informação realmente útil e adequada, que explicasse os reais riscos que corríamos, quem corria risco ou não, qual era a zona contaminada...
Estávamos longe da área de contaminação, do perigo real, mas cada história que ouvimos sobre o fim dos tempos, cada absurdo que foi feito para "se proteger" da radiação...

Muita gente sofreu e sofre por causa do césio 137 de Goiânia... Ficaram lições.

No caso de Chernobyl, maior cuidado com as usinas.

Do Brasil, maior atenção com equipamentos médicos sucateados...

E do Japão, qual lição fica?

Pergunto: quem dos amigos leitores se lembra desta situação de emergência radioativa grau 5 há 24 anos atrás?

Para relembrar/conhecer o ocorrido em Goiânia, clique aqui.

Uma análise bem interessante, do professor Emiliano Chemello.  Site "Quimica.net" -baixe em pdf

Os dias aqui estão muito corridos!

Logo retorno os mails enviados.

Muito obrigado a todos pelas mensagens de incentivo e força, pela paciência em acompanhar os posts e pela amizade.

http://lostinjapan.portalnippon.com/2011/03/grau-5-fukushima-dai-ichi-e-cesio-137.html

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25032008(126)

Aprendendo a viver enquanto se vive

Por: Marcio Alves

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha efêmera e insignificante vida, arriscaria mais, permitir-me-ia até errar mais, sem neuroses e sem culpas, sem os fantasmas da perfeição, tendo como regra de culpa, a culpa por não ter vivido mais intensamente. Teria a simples, sabia e humilde consciência do que o que faço aqui nesta vida, aqui se esvai e termina, não se tendo mais nada para levar daqui, portanto, viver o aqui como única e singular realidade vivida e pensada de que tudo que realmente importa é o aqui, e que o lá e depois não passa de uma ilusão fantasiada da não aceitação de que somos finitos.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, não tentaria ser tão perfeito, pois perfeição só existe nos sonhos mais delirantes, lembrar-me-ia que sou humano, portanto sujeito aos erros e defeitos. Lembraria que as nossas escolhas nunca são erradas nelas mesmas, pois são escolhas, mas sempre são analisadas do ponto de vista do resultado final, que na verdade não poder ser minuciosamente determinado, pois a vida com suas contingências esta para além de ser controlada.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, não a levaria tão a sério, abriria mão de tentar resolver os problemas impossíveis de serem resolvidos, aceitaria minha impotência diante das circunstâncias da vida, não me obrigaria sempre aos deveres antes dos prazeres. Buscaria os objetivos da vida não pela posse de alcançá-los e deter-los, mas pelo prazer, sentido e significado do percurso que eles nos oferecem enquanto se caminha atrás deles.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, viajaria muito mais, contemplaria muito mais vezes o sol se por, olharia inebriado as estrelas da imensidão do céu azul, entraria e nadaria no mar a noite, deixaria os pingos da chuva me molharem sem buscar proteção, leria mais avidamente poemas, poesias e romances, ficaria horas e horas papeando com os amigos, sem se preocupar se a conversa esta sendo produtiva, pois o que importa mesmo é o estar com os amigos. Correria com os pés descalços pela praia em suas douradas areias. Brincaria com as crianças, aprenderia aos pés dos mais idosos, amaria mais uma vez minha amada com amores eternos.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, teria problemas reais, ao invés de problemas imaginários, não tentaria antecipar os percalços da vida, nem muito menos prever dores e sofrimentos, não iria mais sofrer antecipadamente com problemas que talvez nem viessem acontecer, seria mais irresponsável, não tentaria inutilmente controlar o tempo todo, minha vida.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, aproveitaria cada face da vida, sem tentar ser o que ainda não sou e negando o que já sou e fui sendo pelas trilhas da existência, cobraria menos de mim, seria criança quando criança, seria jovem quando jovem, e adulto quando for realmente um adulto, andaria horas e horas de bicicleta com meus amigos, jogaria bola com a molecada, tomaria sorvete até sentir dor de barriga, não limitaria a vida a ser simplesmente uma mera produção mecânica, fria e calculista em busca de resultados, faria coisas insignificantes, tentaria focalizar mais os pequenos momentos da vida do que os grandes, pois a vida é feita muito mais dos pequenos, e são estes que se tornam grandes devido o valor que damos a eles.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, viveria de tal modo que não viesse nunca me arrepender de não ter vivido, mas como não posso voltar o relógio do passado, me resta então aproveitar os anos que ainda tenho pela frente, que se não forem tragados pela morte prematura, serão com toda certeza pela velhice. Vou a partir de agora mesmo, viver os momentos que ainda me restam, de tal maneira que se depois da morte eu pudesse escolher em voltar ou não a viver a mesma vida, em todos os seus detalhes, com toda sua dor e prazer, alegria e tristeza, optaria sem pestanejar em viver.

Pois só assim, terei a plena consciência de que não fui simplesmente, em todo momento, vivido pela vida, mas antes também, a vivi!

http://outroevangelho.blogspot.com/2011/03/aprendendo-viver-enquanto-se-vive.html

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Caso você não saiba... 
Mulheres são Anjos 
 
 

> 
E quando alguém quebra nossas asas… 
Nós simplesmente continuamos a voar… 
na vassoura! 
 


 
      Somos bem flexíveis.......

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dinheiro no buraco

Dizimar não é uma doutrina cristã

Introdução

         Este ensaio é um resumo do meu livro “Should the Church Teach Titing? – A Theologian’s Conclusions About a Taboo Doctrine” (Deveria a Igreja Ensinar a Dizimar? - Conclusões de um Teólogo Sobre Uma Doutrina Tabu). O próprio livro é uma versão ampliada de minha tese de Ph.D. Desafio os mestres da Bíblia a ousarem abrir em seus seminários uma pesquisa que promova estudos sobre este assunto, aos níveis de Mestrado, Doutorado e Ph.D. Realmente, esta doutrina é importante demais para ser tão ignorada!

         Em muitas igrejas, hoje em dia, a doutrina de dizimar tem atingido o nível de escândalo moderno. Conquanto os livros sobre Hermenêutica e os teólogos omitam o dizimar, por outro lado a prática tem se tornado rapidamente uma exigência aos membros da igreja, nas várias denominações, que insistem em dizer que estão embasadas nas sólidas doutrinas da Bíblia. Existe ainda uma crescente evidência de que os leigos que questionam a legitimidade do dizimar na Nova Aliança, são em geral criticados como criadores de casos ou taxados de  cristãos imaturos.

O Dizimar moderno baseia-se em falsas premissas - A declaração de uma denominação sobre mordomia é típica do que muitas outras ensinam sobre o dízimo. Ela diz que “Dizimar é o modelo bíblico e o ponto inicial que Deus tem estabelecido e que não deve ser substituído nem comprometido por nenhum outro modelo”. Ela acrescenta que o dízimo deve ser entregue a partir da renda bruta, o qual é devido à igreja, antes dos impostos.

         Os seguintes pontos deste ensaio vão contestar os ensinos usados para estruturar o dízimo com o que realmente diz a Palavra de Deus.

Ponto 1 - Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2 Coríntios 8,9 são superiores ao dizimar.

O falso ensino é que dizimar é uma exigência obrigatória, a qual sempre precede o dar voluntariamente. O dar voluntariamente precedia o dizimar.

Os seguintes princípios de dar voluntariamente na Nova Aliança estão fundamentados na 2 Coríntios 8 e 9 (1). Dar é uma “graça”. A 2 Coríntios 8 usa oito vezes a palavra “graça”, referindo-se à ajuda aos santos pobres (2). Dar primeiro a Deus  (8:5). (3) Dar-se a si mesmo para conhecer a vontade de Deus (8:5) (4) Dar em resposta ao dom de Cristo (8:9 e 9:15). (5) Dar com desejo sincero (8:8, 10, 12 e 9:7) (6) Não dar por causa de mandamento algum (8:8,10; 9:7). (7) Dar além de sua capacidade (8:3, 11, 12) (8) Dar para produzir igualdade. Isso quer dizer que os que têm mais devem dar mais, a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar mais (8:12,14) (9) Dar com alegria (8:2). (10) Dar porque está crescendo espiritualmente (8:3,4,7). (11) Dar porque deseja crescer espiritualmente (9:8, 10, 11). (12) Dar porque está ouvindo o Evangelho ser pregado (9:13).

Ponto 2 - Na Palavra de Deus o dízimo é sempre em alimento

O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluem todas as fontes de renda.

Não usem o Dicionário de Webster. Usem a Palavra de Deus para definir a palavra “dízimo”. Abram uma boa “Concordância Bíblica”. Vocês vão descobrir que a definição usada pelos advogados do dízimo está errada.  Na Palavra de Deus o vocábulo “dízimo” não aparece sozinho. Embora já existisse dinheiro, a substância do dízimo divino jamais foi dinheiro.  Ele era o “dízimo do alimento”. Isso é muito importante. ** Os verdadeiros dízimos bíblicos eram sempre somente o alimento proveniente das fazendas e rebanhos, somente dos israelitas que vivessem exclusivamente dentro da Terra Santa de Deus, as fronteiras nacionais de Israel ** A fartura provinha da mão de Deus e não da manufatura ou habilidade do homem.

         Existem 15 versos de 11 capítulos e 8 livros, de Levítico 27 a Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais, repito, jamais incluía dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa, além de alimento. Mesmo assim, a definição incorreta de “dizimar” é a maior mentira que está sendo pregada sobre esse ato, hoje em dia. (Vejam Levítico 27:30,32; Números 18:27,28; Deuteronômio 12:17; 14:22, 23, 26; 2 Crônicas 31:5; Neemias 10:37; 13:5; Malaquias 3:10; Mateus 23:23 e Lucas 11:42).

Ponto 3 - O dízimo de Abraão a Melquisedeque se embasou numa tradição pagã.

O falso ensino é que Abraão deu voluntariamente o dízimo porque foi a vontade de Deus.

Contudo, pelas seguintes razões, Gênesis 14:20 não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem:

1 - A Bíblia não diz que Abraão deu “voluntariamente” esse dízimo.

2 - O dízimo de Abraão não foi um dízimo santo, da Terra Santa de Deus, produzido pelo povo santo de Deus.

3 - O dízimo de Abraão foi do espólio de guerra, o que era comum a muitas nações.

4 - Em Números 31, Deus exige apenas 1% dos espólios de guerra.

5 - O dízimo de Abraão a Melquisedeque aconteceu apenas uma vez e Abraão mudava sempre de lugar.

6 - O dízimo de Abraão não proveio de sua riqueza pessoal.

7 - Abraão nada conservou para si mesmo, tendo devolvido tudo.

8 - O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, a fim de respaldar o ato de dizimar.

9 - Gênesis 14:21 é o texto chave. Visto como muitos comentários explicam o verso 21 como exemplo da tradição pagã árabe, é uma contradição explicar os 90% do verso 21 como pagão, ao mesmo tempo insistindo-se em que os 10% do verso 20 eram a vontade de Deus.

10 - Se Abraão serve de exemplo para o cristão dar 10% a Deus, então deveria também ser um exemplo para ele dar os restantes 90% a Satanás, ou ao Rei de Sodoma!

11 - 0 Visto como nem Abraão nem Jacó tinham um sacerdócio levítico para manter, eles não tinham lugar algum onde entregar os dízimos, durante os seus muitos movimentos.

Ponto 4 - Os Primeiros Dízimos eram recebidos pelos servos dos sacerdotes.

O falso ensino é que os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo.

A verdade é que o dízimo “completo”, o primeiro dízimo, não ia para os sacerdotes, de modo algum. Em vez disso, conforme Números 18:21-24 e Neemias 10:37, ele ia para os servos dos sacerdotes, os levitas. Em seguida, conforme Números 18:25-28 e Neemias 10:38, os levitas davam o “melhor décimo” desses dízimos (1%) recebidos aos sacerdotes que ministravam os sacrifícios pelos pecados e serviam dentro dos locais sagrados. Os sacerdotes não dizimavam pessoalmente, de modo algum.

         É também importante saber que em troca de receber, esses dízimos, tanto os levitas como os sacerdotes perdiam todo o direito à herança permanente da terra dentro de Israel (Números 18:20-26; Deuteronômio 12: 12; 14:27,29; 18:1-2; Josué 13:14,33; 14:3; 18:7; Ezequiel 44:28). Os levitas que recebiam o primeiro dízimo eram proibidos de ministrar os sacrifícios de sangue, sob pena de morte (Números 18:3). Não há continuação dessa ordenança na Nova Aliança.

Ponto 5 - A frase: “É santo ao Senhor” não torna o dízimo um princípio eterno moral.

O falso ensino  é que Levítico 27:30-32 prova que o dízimo é um “eterno princípio moral” porque “ele é santo do Senhor”.

         Contudo, os mestres do dízimo devem ignorar a frase mais forte “ele é santíssimo ao Senhor”, nos imediatos versos precedentes: 28 e 29. Isso porque os versos 28 e 29 não são definitivamente “eternos princípios morais” na igreja. Em seu contexto, as frases “É santo ao Senhor” e “é santíssimo ao Senhor” não podem se interpretadas como “eternos princípios morais”. Por que? Porque quase qualquer outro uso desta frase em Levítico foi há muito descartado pelos cristãos. Frases semelhantes são também usadas para descrever todos os festivais, ofertas sacrificais, distinção entre alimentos puros e impuros, os sacerdotes da Antiga Aliança e o santuário da antiga Aliança.

Ponto 6 - Existem na Bíblia quatro tipos diferentes de Dízimos.

O falso ensino ignora todos os outros dízimos e focaliza somente a parte do primeiro dízimo religioso.

Na realidade, o primeiro dízimo religioso chamado o “Dízimo Levítico” tinha duas partes. Novamente todo o primeiro dízimo era dado aos levitas, os quais eram apenas servos dos sacerdotes (Números 18:21-24; Neemias 10:37). Por sua vez, os levitas davam 1/10 de todos os dízimos aos sacerdotes (Números 18:25-28; Neemias 10:38). Conforme Deuteronômio 12 e 14, o segundo dízimo religioso, chamado o “Dízimo de Festa”, era comido pelos adoradores, nas ruas de Jerusalém, durante os três festivais anuais (Deuteronômio 12:1-19; 14:22-26). E conforme Deuteronômio 14 e 26, o terceiro dízimo, chamado o “dízimo dos pobres” guardados nas casas, a cada três anos, era usado para alimentar os pobres (Deuteronômio 14:28-29; 26:12-13).

Ainda conforme o 1 Samuel 8:14-17, o Rei coletava o primeiro e o melhor 10% para uso político. Durante o tempo de Jesus, Roma coletava os primeiro 10% da maior parte dos alimentos e 20% da colheita de frutas como espólio de guerra.

É de admirar que as igrejas estejam tentando omitir isso, quando falam somente de um dízimo religioso, simplesmente porque este se encaixa melhor em seus propósitos, ignorando os outros dois importantes dízimos religiosos.

Outro erro comum é equacionar o dízimo com “as primícias”, ou até mesmo com “o melhor”. Enquanto o dízimo do dízimo (1%) que era dado aos sacerdotes, era “o melhor” do que os levitas recebiam, o dízimo que os levitas recebiam era 1/10, mas não necessariamente “o melhor”. (Levítico 27:32,33). Também, enquanto as primícias e o primogênito de cada animal puro eram levados diretamente ao Templo, o dízimo era entregue diretamente nas cidades levíticas (Neemias 10:35-38).

Segundo alguns historiadores, “as primícias” eram ofertas extremamente pequenas. Em geral “as primícias” de uma vila inteira podiam ser carregadas em um único animal.

Ponto 7 - Jesus, Pedro Paulo e os pobres não dizimaram.

O falso ensino é que de todo mundo no Velho Testamento era exigido que trouxesse sua oferta a Deus a nível de 10%.

Na realidade nenhum dízimo era exigido dos pobres. Nem também provinha o mesmo das mãos do artesão ou do seu ofício. Somente os fazendeiros e pecuaristas possuíam o que era definido como ganho ao dízimo. Jesus era carpinteiro; Paulo era artesão de tendas e Pedro era pescador. Nenhuma dessas ocupações os qualificava como pagadores do dízimo, visto como não cultivavam a terra nem possuíam rebanhos para o seu sustento. Desse modo, é incorreto ensinar que todo mundo pagava a exigência mínima de um dízimo e, então, que dos cristãos da Nova Aliança deveria ser exigido, apenas para início, esse mesmo mínimo da Velha Aliança dos israelitas. Esta afirmação é comumente repetida nas igrejas, ignorando completamente a exata definição do dízimo como alimento obtido nas fazendas e no aumento dos rebanhos.

Também é errado ensinar que era exigido dos pobres de Israel que estes pagassem o dízimo. Na verdade, eles até recebiam dízimos. Boa parte do dízimo dos festivais era entregue aos pobres. De fato, muitas leis protegiam os pobres do abuso dos sacrifícios dispendiosos, para os quais eles não podiam ofertar. (Vamos ler Levítico 14:21; 25:6,25-28,35,36; 27:8; Deuteronômio 12:1-19; 14:23,28-29; 15:7,8,11; 24:12,14,15,19,20; 26:11-13; Malaquias 3:5; Mateus 12:1,2; Marcos 2:23-24; Lucas 2:22-24; 6:1-2; 2 Coríntios 8:12-14; 1 Timóteo 5:8; Tiago 1:27).

Ponto 8 - Os dízimos eram muitas vezes usados como impostos políticos.

O falso ensino é que os dízimos nunca são comparados aos impostos ou taxas.

Contudo, na economia hebraica, o dízimo era usado de maneira totalmente diferente da que hoje é pregada. Mais uma vez, os levitas que recebiam o dízimo inteiro nem sequer eram ministros ou sacerdotes - eles eram apenas servos dos sacerdotes. Números 3 descreve os levitas como sendo carpinteiros, fundidores de metal, artesãos de couro e artistas, que mantinham o pequeno santuário. E 2 Crônicas 23-27, durante o tempo dos reis Davi e Salomão, os levitas também foram peritos artesãos, os quais inspecionavam as obras do Templo. Vinte e quatro mil deles trabalhavam no Templo como construtores e supervisores; seis mil eram oficiais e juízes; quatro mil eram guardas e quatro mil eram músicos.

Como representantes políticos do rei, os levitas usavam o seu dízimo para servir aos oficiais, juízes, coletores de impostos, tesoureiros, guardas do Templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1 Crônicas 12:23,26; 27:5). É obvio que esses exemplos do uso bíblico da entrada do dízimo nunca se tornam exemplos para a igreja de hoje.

É importante saber que na Antiga Aliança os dízimos nunca eram usados para evangelizar os não israelitas. Neste ponto o dízimo falhou. Vejam Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais estimularam os levitas e sacerdotes da Antiga Aliança a estabelecer uma única missão fora do país, para encorajar um só gentio a se tornar israelita (Êxodo 23:32; 34:12,15; Deuteronômio 7:2).

         O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor.  De fato, durante a maior parte da história de Israel, os profetas foram os principais portadores da Palavra de Deus e não os levitas e os sacerdotes que recebiam o dízimo.

Ponto 9 - Os dízimos levíticos eram normalmente levados às cidades levíticas.

Os falsos mestres querem que pensemos que todos os dízimos eram levados ao Templo e que agora devem ser levados ao armazém do edifício eclesiástico.

O dízimo inteiro jamais foi para o Templo. Na realidade, a extraordinária maioria dos dízimos levíticos jamais foi para o Templo. Os que ensinam o contrário ignoram as cidades levíticas e as 24 localidades dos levitas e sacerdotes. Conforme Números 35, Josué, 20, 21 e 1 Crônicas 6, os levitas e os sacerdotes residiam nas cidades levíticas, em terras emprestadas, onde cultivavam o solo e criavam os animais dizimáveis. Está claro em Números 18:20-24; 2 Crônicas 31:15-19 e Neemias 10:37, que do povo comum esperava-se que trouxesse dízimos às cidades levíticas. Por que? Porque lá vivia a grande maioria dos levitas e sacerdotes com suas famílias, a maior parte do tempo. Vejam também Neemias 13:9.

Ponto 10 - Malaquias 10 é o texto do qual mais se tem abusado na Bíblia sobre o dízimo.

O falso ensino sobre os dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.

1. - Malaquias é contexto da Antiga Aliança e nunca é citado na Nova Aliança para a Igreja (Levítico 27:34; Neemias 10:28-29; Malaquias 3:7; 4:4).

2. - Malaquias 1:6; 2:1 e 3:1-5 são muito claramente endereçados aos sacerdotes desonestos, os quais são amaldiçoados porque haviam roubado as melhores ofertas de Deus.

3. - As cidades levíticas devem ser consideradas, enquanto Jerusalém nunca foi uma cidade levítica (Josué 20, 21). Não faz sentido algum ensinar que 100% dos dízimos eram levados ao Templo, quando a maioria dos levitas e sacerdotes não morava em Jerusalém.

4. - Em Malaquias 3:10-11, os dízimos ainda são apenas alimentos (Levítico 27:30-33).

5. - As 24 localidades residenciais dos levitas e sacerdotes também devem ser levados em conta.

Começando com os Reis Davi e Salomão, eles foram divididos em 24 famílias. Essas divisões também continuavam a vigorar no tempo de Malaquias, com Esdras e Neemias. Visto como normalmente apenas uma família servia ao Templo e por uma semana da cada vez, não havia, absolutamente, qualquer razão para que todos os dízimos fossem enviados ao Templo, quando 98% daqueles a quem se destinavam como alimento ainda se encontravam nas cidades levíticas (1 Crônicas 24:26; 28:13,21; 2 Crônicas 8:14; 23:8; 31:2, 15-19; 35:4-5,10; Esdras 6:18; Neemias 11:19,30; 12:24; 13:9-10; Lucas 1:5).

Desse modo, quando o contexto das cidades levíticas, as 24 famílias dos sacerdotes, os filhos menores, as viúvas, Números 18:20-28, 2 Crônicas 31:15-19, Neemias 10-13 e todo o livro de Malaquias são avaliados, vemos que apenas 2% do total do primeiro dízimo eram normalmente exigidos no Templo de Jerusalém.

Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.

Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. A loteria e os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança,  nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8, 13).

Ponto 11 - O dízimo não é ensinado no Novo Testamento.

O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23:23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento.

A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3:19, 24, 25; 4:4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário.  Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23:23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário. Em Mateus 23:23, Ele mandou que os judeus obedecessem aos escribas e fariseus, porque estes se assentavam na cadeira de Moisés. Por acaso Ele ordenou que os gentios por Ele curados comparecessem diante dos sacerdotes judeus?

Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2:42-47 e 4:32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2:46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2:44 e 4:33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje não se faz). Finalmente, Atos 21:20-25, prova que os cristãos judeus ainda observavam fielmente toda a Lei de Moisés - até 30 anos depois - devendo aí ser incluído o dizimar, pois se não o fizessem, não poderiam ter permissão de entrar no Templo para adorar. Desse modo, todos os dízimos coletados pelos primeiros cristãos judeus eram para o sustento do Templo e não para sustentar a igreja.

Ponto 12 - Os sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos pelos pastores bíblicos.

O falso ensino é que os anciãos e pastores da Nova Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo.

Comparem Êxodo 19:5, 6 com a 1 Pedro 2:9-10. Antes do incidente do bezerro de ouro, Deus havia pretendido que todo israelita se tornasse um sacerdote e o dízimo jamais foi mencionado. Os sacerdotes não dizimavam, mas recebiam 1/10 do primeiro dízimo (Números 18:26-28 e Neemias 10:37-38).

         A função e o propósito dos sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos, não pelos anciãos e pastores, mas pelo sacerdócio de todos os crentes. Como outras ordenanças da Lei, o dízimo foi apenas uma sombra temporária, até a vinda de Cristo (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:13-17; Hebreus 10:1). Na Nova Aliança cada crente é um sacerdote de Deus (1 Pedro 2:9-10; Apocalipse 1:6; 5:10). E como sacerdote cada crente oferece sacrifícios a Deus (Hebreus 4:16; 10:19-22; 13:15-16). Então, cada ordenança que havia sido previamente aplicada ao antigo sacerdócio foi anulada no Calvário. Visto não pertencer à Tribo de Levi, até mesmo Jesus Cristo foi desqualificado. Desse modo, o propósito original de dizimar já não existe (Hebreus 7:12-19; Gálatas 3:19, 24, 25; 2 Coríntios 3:10).

Ponto 13 - A Igreja da Nova Aliança não é um edifício nem um armazém.

O falso ensino é que os edifícios cristãos chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina.

A Palavra de Deus jamais descreve os grupos da Nova Aliança como ”tabernáculos”, “templos” ou “edifícios”. Os cristãos não “vão à igreja”. Eles se “reúnem para adorar”. Também, visto que os sacerdotes do Velho Testamento pagavam o dízimo, então, logicamente, o dízimo não pode continuar. Nesse caso, é errado chamar um edifício de “armazém do Senhor” para receber os dízimos (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; Efésios 1:22-23; 2:21; 4:12-16; Apocalipse 3:12). Com respeito à palavra “armazém” comparem a 1 Coríntios 16:2 com a 2 Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos após o Calvário, os cristãos nem mesmo possuíam um edifício próprio (que chamassem de armazém), visto como o Cristianismo era uma religião ilegal.

Ponto 14 - A Igreja cresce quando usa os melhores princípios da Nova Aliança.

O falso ensino é que os princípios de dar graças não são tão bons como os princípios do dizimar na Antiga Aliança.

Sob a Nova Aliança:

1 - Conforme Gálatas 5:16-23, não existe lei física que possa controlar  o fruto do Espírito Santo [Infelizmente o Espírito Santo  é Quem mais tem sofrido nas igrejas neopentecostais, que o transformaram num office-boy, o qual tem “obrigação” de descer quando invocado e de fazer tudo que os pastores semi-bíblicos e os crentes imaturos dessas igrejas acham por bem exigir dEle. Essas pessoas mal conhecedoras da Bíblia se comportam com o Espírito Santo exatamente como os feiticeiros se comportam com os maus espíritos].

2 - A 2 Coríntios 3:9-10 ensina: “Se o ministério da condenação [Antiga Aliança] foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça [Nova Aliança]. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória”.

3 - Hebreus 7 apenas faz a menção pós-Calvário de dizimar, numa explanação de porque o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque aquele era fraco e ineficiente. Estudem Hebreus 7 e sigam a progressão do verso 5 ao verso 12 e ao verso 19.

4 - A maneira pela qual o dízimo é hoje ensinado reflete o fracasso da igreja em crer e agir segundo os muito melhores princípios do amor, da graça e da fé. O princípio do dízimo obrigatório não pode nem poderia ter sido mais próspero à igreja do que os princípios guiados pelo verdadeiro amor a Cristo e às almas perdidas (2 Coríntios 8:7-8). [Se o dízimo fosse usado para sustentar os missionários, as viúvas pobres e os órfãos, ele seria um princípio de amor e graça, mas, infelizmente, ele é usado hoje em dia para comprar aparelhos de som e para outros fins nada cristãos...]

Ponto 15 - O Apóstolo Paulo preferia que os líderes da igreja se auto-sustentassem.

O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo.

Nada poderia estar mais longe da verdade. Como um rabino judeu, Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1 Tessalonicenses 2:9-10; 2 Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também na 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja [Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!].

Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a  “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas, Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).

Ponto 16 - O dízimo não se tornou uma lei na igreja, até o Ano 777 d.C.

O falso ensino é que a igreja histórica sempre ensinou o dízimo.

Até mesmo em Atos 21:20-26, algumas décadas após o Calvário, os primeiros cristãos judeus em Jerusalém continuavam seguindo fielmente a lei da Antiga Aliança e ainda adoravam e ajudavam a manter o templo judaico. Como eles eram judeus obedientes, a lógica nos força a concluir que eles continuavam a entregar os dízimos dos alimentos colhidos ao sistema do Templo.

         Conquanto discordando dos seus próprios teólogos, muitos historiadores da igreja escrevem que o dízimo não se tornou uma doutrina aceita na igreja, durante mais de 700 anos após o Calvário. Os antigos pais da igreja, antes de 321 d.C. (quando Constantino tornou o Cristianismo uma religião legal) se opunham ao dízimo, considerando-o uma doutrina puramente judaica. Clemente de Roma (Ano 95), Justino Mártir (150), o Didaquê (150-200) e Tertuliano (150-220) se opunham ao dízimo. Até mesmo Cipriano (200-258) rejeitou a introdução do dízimo incluído na distribuição aos pobres.

De fato, os antigos líderes da igreja praticavam o ascetismo. Isso quer dizer que ser pobre era a melhor maneira de servir a Deus. Eles copiavam sua adoração conforme as sinagogas judaicas, as quais tinham rabinos que se auto-sustentavam, recusando-se a  receber dinheiro para ensinar a Palavra de Deus (Ver Schaff - “History of Christian Church”, vol. 2, 63, 128, 98-200, 428-434).

Segundo os melhores historiadores e enciclopédias, 500 anos se passaram até que a igreja, no Concílio de 585, tentasse, sem sucesso algum, forçar os seus membros a dizimar. Mas não foi antes de 777 d.C. que o Imperador Carlos Magno permitiu legalmente que a igreja coletasse dízimos [É claro que a Igreja de Roma, a qual coroou Carlos Magno,  foi quem ressuscitou o dízimo, por causa da sua desmedida ganância por riqueza material].

Conclusão

Na Palavra de Deus o vocábulo ”dízimo” não aparece sozinho. Ele é sempre “o dízimo do alimento”. O dízimo bíblico era muito estritamente definido e limitado pelo próprio Deus.

         Os verdadeiros dízimos bíblicos sempre eram:

1. - Apenas em alimentos.

2. - Somente de fazendeiros e pecuaristas.

3. - Somente dos israelitas.

4. - Somente de quem vivia dentro da Terra Santa de Deus, das fronteiras nacionais de Israel.

5. - Somente sob os termos da Antiga Aliança.

6. - A fartura só poderia provir da mão de Deus.

Por conseguinte:

1. - Itens não alimentícios não podiam ser dizimados.

2. - Animais limpos caçados e peixes não podiam ser dizimados.

3. - Os não israelitas não podiam dizimar.

4. - Alimentos que viessem de fora da Terra Santa de Deus não podiam penetrar no Templo.

5. - O dízimo legítimo não acontecia quando não houvesse o sacerdócio levítico.

6. - O dízimo não podia provir do que fosse fabricado pelas mãos do homem, produzido ou apanhado na pesca.

Convido os líderes de igrejas para uma discussão aberta sobre este assunto. O estudo cuidadoso em oração da Palavra de Deus é essencial ao crescimento da igreja. Que Deus os abençoe.

Russel Kelly/Mary Schultze,

russkellyphd@earthlink.net

 

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russkellyphd@earthlink.net

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