Os Ataques de 11/09: A ausência de destroços

 

pentagonxox30 ceticismo

Artigo original em 11-S: Análisis crítico – Hechos y leyendas sobre el atentado que cambió el mundo
Tradução gentilmente autorizada. Colaboração de Vitor Moura

Uma pergunta que está na boca de muita gente que não acredita na versão oficial em torno do vôo 77 é: como é possível que depois de uma colisão como a que se supõe que tenha ocorrido no Pentágono não sobrassem restos visíveis do avião, como se vêem claramente em outros acidentes aéreos?

Antes de responder, analisemos o que se pode esperar de um impacto como o que se supõe ter ocorrido no Pentágono.

Um aparelho de uns 100.000 kg de massa colide a uns 850 km/h contra um muro reforçado. Podemos esperar que ele resvale e sobrem restos muito grandes e reconhecíveis espalhados ao redor do ponto de impacto? Definitivamente, não. Num experimento realizado pelos laboratórios Sandia em 1988 em que um F-4D Phantom é lançado contra um muro (o vídeo está disponível também no YouTube) a uma velocidade similar (770 km/h), vê-se como a parede “engole” o avião sem que o que sobre sejam restos reconhecíveis, exceto principalmente fragmentos de concreto e outros de pequeno tamanho (nota importante: esse avião não levava querosene; os tanques estavam cheios de água).

A parede do Pentágono não pôde resistir à tremenda energia do impacto, por isso quase todo o avião, especialmente as partes mais pesadas, atravessa o muro e fica no interior. Algumas partes do avião que cedem mais facilmente e são pouco pesadas, e quiçá algumas outras a esmo, podem resvalar para fora ou sair despedaçadas pela onda expansiva.

Uma vez penetrado o muro, o avião (ou o que resta dele) encontra-se com uma multidão de colunas em seu caminho, que vão freando muitas peças. Se alguma das peças encontra um caminho livre de colunas, ou se derruba sem dificuldade as poucas com que colide e é muito pesada, pode chegar aatravessar mais um muro, tal e como sucedeu na Torre Sul.

Agora resta saber em que medida o esperado corresponde com o observado. Havia restos de avião no Pentágono? Estavam distribuídos como se podia esperar dadas as circunstâncias?

Desde já, sim, havia restos da cobertura de fuselagem (que cede facilmente e é pouco pesada, por ser de alumínio) pelos arredores do ponto de impacto:

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Fragmento de fuselagem (a versão em alta resolução está disponível na
fonte original).

Observe-se também o fragmento que há à sua direita, que também parece pertencer à fuselagem ainda que não pareça ser de alumínio, e todos os fragmentos brilhantes que há em segundo plano.

Aqui uma vista do mesmo fragmento de outro ângulo, já que a imagem anterior suscitou dúvidas com respeito à cor, o que seguramente é devido à estranha iluminação produzida pela nuvem de fumaça e a contraluz. Também se vêem outros fragmentos espalhados pela grama:

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Outro fragmento em segundo plano:

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(
fonte)

A seguinte fotografia mostra alguns destroços que são retirados, e em segundo plano o que parece o mesmo fragmento da imagem anterior:        
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Este disco parece pertencer a um motor. Está no exterior, mas é muito provável que fora tirado do interior do edifício durante a limpeza que a equipe de resgate precisava realizar para poder chegar aos corpos:

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(
fonte)

Mais sobre este disco em: O disco.

Mais restos sendo retirados:

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Mais fragmentos de fuselagem dispersos:

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(
imagem original em alta resolução)

Observe-se como alguns destroços estão do lado oposto do local em que se produziu o acidente. Isto corroboraria as declarações de algumas testemunhas de que “choviam” fragmentos.

Outro fragmento que é retirado. Ao fundo, junto à parede, o “c” do logotipo “American” da fuselagem:

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Esse “c” causou certa controvérsia porque parece ser que foi movido para lá em algum momento durante a retirada dos restos, já que não estava nos instantes posteriores ao ataque como se viu na imagem anterior. A julgar pela posição do sol e o tamanho aparente das sombras, esta última fotografia pode ter sido tirada entre as 17 e as 20 horas aproximadamente, mas não estamos seguros sequer do dia.

Um membro do NTSB (National Transportation and Safety Board, que são os encarregados de pesquisar os acidentes aéreos) examina vários fragmentos:

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(Disponível em alta resolução na
fonte original)

Restos variados; no primeiro se vê o logo da American Airlines:

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(
fonte)

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pgimeno fragmentos helipuerto ceticismo

Para entender algumas destas fotografias, convém saber que em muitas peças do avião, especialmente da fuselagem, costuma-se utilizar uma capa protetora de cromato de zinco, que segundo a composição exata adquire uma cor verde ou amarela características, tal como se vê aqui:

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E agora vejamos que apareceu no interior. Já antecipamos a imagem de um disco provavelmente pertencente a um dos motores e que seguramente se achava dentro do edifício.

Desafortunadamente, os militares não se caracterizam precisamente por sua transparência e abertura, assim não dispomos de documentação tão abundante do que se encontrou no interior. Mas ao menos temos o seguinte (fonte):

pgimeno pieza motor ceticismo

(note-se o fragmento de cor amarela à esquerda). Esta peça parece corresponder-se à perfeição com a carcaça da câmara de combustão de um RB211-535:

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Também encontramos esta peça do trem de aterrissagem:

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Além disso, também há uma imagem de uma das “caixa pretas”, o gravador de dados de vôo:

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No juízo contra Zacarías Moussaoui também se mostraram como provas, além dessas, as seguintes fotografias:

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Gravador de voz na cabine do vôo 77 que ficou irrecuperável.

pgimeno zacarias carbonizados ceticismo

pgimeno zacarias motor ceticismo

Há umas poucas mais em uma página dedicada a expor as provas. Também há mais algumas nareferência citada anteriormente.

Não sabemos exatamente o que causou o buraco de saída. Parece que o trem de aterrissagem dianteiro poderia estar relacionado, mas não dispomos de uma análise dos montões de sucata e entulhos que apareceram atrás. Sim, sabemos que ali havia fragmentos do avião, concretamente um envoltório metálico da roda do trem de aterrissagem (com um círculo vermelho na primeira imagem) e outros restos da cor verde característica (com um círculo vermelho na segunda imagem):

pgimeno agujero salida rueda ceticismo

pgimeno restos agujero salida ceticismo

Detalhe da peça metálica central da roda da primeira imagem (fotograma do documentário Pentagon Under Fire):

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E isto não sabemos se estava no interior e foi levado ao corredor, ou se estava fora, mas em todo caso se distingue um (mastro, torre?) do trem de aterrissagem na parte esquerda (marcado com um círculo):

pgimeno tren aterrizaje agujero salida ceticismo

Resumindo: é verdade que parte destas evidências poderiam ter sido colocadas propositalmente no lugar (não todas: havia muitas testemunhas presenciando a cena); é verdade que a origem de algumas fotografias não está clara o bastante para saber-se com certeza se procedem de onde se diz que elas procedem. Mas em qualquer caso, não há fundamentos para perguntar “onde está o avião”.

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Grau 5 - Fukushima Dai Ichi e Césio 137 de Goiânia - Lost in Japan

Direto do Japão, Alexandre fala em seu blog “Lost in Japan”:

Pela segunda vez estou em um país que sofre um grave acidente radioativo. E de mesmo grau.
Já estou craque no assunto, veteranão!

O acidente nuclear de Fukushima está classificado como grau 5 na Escala Internacional de Acidentes Nucleares.

É o mesmo índice do acidente radiológico de Goiânia, ocorrido no Brasil em setembro de 1987, lembram?

Claro que a situação é bem diferente - terremoto e tsunami, usina atômica no Japão/ignorância humana e descarte indevido de um aparelho de raio-X no Brasil...

Mas é um longo replay de uma história bem sem graça.

  • Relembrando...

Eu era moleque na época, morava em São Paulo, capital.  Me lembro bem do terror que a vida se tornou com o episódio da cápsula de césio 137, aberta por catadores de ferro velho em Goiânia. Considerado o maior desastre radiológico da história, assustou todo o país.

Muita gente entrou em pânico mesmo, ainda mais porque o acidente nuclear em Chernobyl havia acontecido um ano antes.

A tv não falava de outro assunto, idem jornais, revistas, a boca do povão. Cenários catastróficos, teorias mirabolantes. Gente desesperada, chorando, achando que ia morrer.

Infelizmente circulou pouca informação realmente útil e adequada, que explicasse os reais riscos que corríamos, quem corria risco ou não, qual era a zona contaminada...
Estávamos longe da área de contaminação, do perigo real, mas cada história que ouvimos sobre o fim dos tempos, cada absurdo que foi feito para "se proteger" da radiação...

Muita gente sofreu e sofre por causa do césio 137 de Goiânia... Ficaram lições.

No caso de Chernobyl, maior cuidado com as usinas.

Do Brasil, maior atenção com equipamentos médicos sucateados...

E do Japão, qual lição fica?

Pergunto: quem dos amigos leitores se lembra desta situação de emergência radioativa grau 5 há 24 anos atrás?

Para relembrar/conhecer o ocorrido em Goiânia, clique aqui.

Uma análise bem interessante, do professor Emiliano Chemello.  Site "Quimica.net" -baixe em pdf

Os dias aqui estão muito corridos!

Logo retorno os mails enviados.

Muito obrigado a todos pelas mensagens de incentivo e força, pela paciência em acompanhar os posts e pela amizade.

http://lostinjapan.portalnippon.com/2011/03/grau-5-fukushima-dai-ichi-e-cesio-137.html

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25032008(126)

Aprendendo a viver enquanto se vive

Por: Marcio Alves

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha efêmera e insignificante vida, arriscaria mais, permitir-me-ia até errar mais, sem neuroses e sem culpas, sem os fantasmas da perfeição, tendo como regra de culpa, a culpa por não ter vivido mais intensamente. Teria a simples, sabia e humilde consciência do que o que faço aqui nesta vida, aqui se esvai e termina, não se tendo mais nada para levar daqui, portanto, viver o aqui como única e singular realidade vivida e pensada de que tudo que realmente importa é o aqui, e que o lá e depois não passa de uma ilusão fantasiada da não aceitação de que somos finitos.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, não tentaria ser tão perfeito, pois perfeição só existe nos sonhos mais delirantes, lembrar-me-ia que sou humano, portanto sujeito aos erros e defeitos. Lembraria que as nossas escolhas nunca são erradas nelas mesmas, pois são escolhas, mas sempre são analisadas do ponto de vista do resultado final, que na verdade não poder ser minuciosamente determinado, pois a vida com suas contingências esta para além de ser controlada.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, não a levaria tão a sério, abriria mão de tentar resolver os problemas impossíveis de serem resolvidos, aceitaria minha impotência diante das circunstâncias da vida, não me obrigaria sempre aos deveres antes dos prazeres. Buscaria os objetivos da vida não pela posse de alcançá-los e deter-los, mas pelo prazer, sentido e significado do percurso que eles nos oferecem enquanto se caminha atrás deles.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, viajaria muito mais, contemplaria muito mais vezes o sol se por, olharia inebriado as estrelas da imensidão do céu azul, entraria e nadaria no mar a noite, deixaria os pingos da chuva me molharem sem buscar proteção, leria mais avidamente poemas, poesias e romances, ficaria horas e horas papeando com os amigos, sem se preocupar se a conversa esta sendo produtiva, pois o que importa mesmo é o estar com os amigos. Correria com os pés descalços pela praia em suas douradas areias. Brincaria com as crianças, aprenderia aos pés dos mais idosos, amaria mais uma vez minha amada com amores eternos.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, teria problemas reais, ao invés de problemas imaginários, não tentaria antecipar os percalços da vida, nem muito menos prever dores e sofrimentos, não iria mais sofrer antecipadamente com problemas que talvez nem viessem acontecer, seria mais irresponsável, não tentaria inutilmente controlar o tempo todo, minha vida.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, aproveitaria cada face da vida, sem tentar ser o que ainda não sou e negando o que já sou e fui sendo pelas trilhas da existência, cobraria menos de mim, seria criança quando criança, seria jovem quando jovem, e adulto quando for realmente um adulto, andaria horas e horas de bicicleta com meus amigos, jogaria bola com a molecada, tomaria sorvete até sentir dor de barriga, não limitaria a vida a ser simplesmente uma mera produção mecânica, fria e calculista em busca de resultados, faria coisas insignificantes, tentaria focalizar mais os pequenos momentos da vida do que os grandes, pois a vida é feita muito mais dos pequenos, e são estes que se tornam grandes devido o valor que damos a eles.

Se eu pudesse voltar novamente a viver a minha vida, viveria de tal modo que não viesse nunca me arrepender de não ter vivido, mas como não posso voltar o relógio do passado, me resta então aproveitar os anos que ainda tenho pela frente, que se não forem tragados pela morte prematura, serão com toda certeza pela velhice. Vou a partir de agora mesmo, viver os momentos que ainda me restam, de tal maneira que se depois da morte eu pudesse escolher em voltar ou não a viver a mesma vida, em todos os seus detalhes, com toda sua dor e prazer, alegria e tristeza, optaria sem pestanejar em viver.

Pois só assim, terei a plena consciência de que não fui simplesmente, em todo momento, vivido pela vida, mas antes também, a vivi!

http://outroevangelho.blogspot.com/2011/03/aprendendo-viver-enquanto-se-vive.html

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Caso você não saiba... 
Mulheres são Anjos 
 
 

> 
E quando alguém quebra nossas asas… 
Nós simplesmente continuamos a voar… 
na vassoura! 
 


 
      Somos bem flexíveis.......

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dinheiro no buraco

Dizimar não é uma doutrina cristã

Introdução

         Este ensaio é um resumo do meu livro “Should the Church Teach Titing? – A Theologian’s Conclusions About a Taboo Doctrine” (Deveria a Igreja Ensinar a Dizimar? - Conclusões de um Teólogo Sobre Uma Doutrina Tabu). O próprio livro é uma versão ampliada de minha tese de Ph.D. Desafio os mestres da Bíblia a ousarem abrir em seus seminários uma pesquisa que promova estudos sobre este assunto, aos níveis de Mestrado, Doutorado e Ph.D. Realmente, esta doutrina é importante demais para ser tão ignorada!

         Em muitas igrejas, hoje em dia, a doutrina de dizimar tem atingido o nível de escândalo moderno. Conquanto os livros sobre Hermenêutica e os teólogos omitam o dizimar, por outro lado a prática tem se tornado rapidamente uma exigência aos membros da igreja, nas várias denominações, que insistem em dizer que estão embasadas nas sólidas doutrinas da Bíblia. Existe ainda uma crescente evidência de que os leigos que questionam a legitimidade do dizimar na Nova Aliança, são em geral criticados como criadores de casos ou taxados de  cristãos imaturos.

O Dizimar moderno baseia-se em falsas premissas - A declaração de uma denominação sobre mordomia é típica do que muitas outras ensinam sobre o dízimo. Ela diz que “Dizimar é o modelo bíblico e o ponto inicial que Deus tem estabelecido e que não deve ser substituído nem comprometido por nenhum outro modelo”. Ela acrescenta que o dízimo deve ser entregue a partir da renda bruta, o qual é devido à igreja, antes dos impostos.

         Os seguintes pontos deste ensaio vão contestar os ensinos usados para estruturar o dízimo com o que realmente diz a Palavra de Deus.

Ponto 1 - Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2 Coríntios 8,9 são superiores ao dizimar.

O falso ensino é que dizimar é uma exigência obrigatória, a qual sempre precede o dar voluntariamente. O dar voluntariamente precedia o dizimar.

Os seguintes princípios de dar voluntariamente na Nova Aliança estão fundamentados na 2 Coríntios 8 e 9 (1). Dar é uma “graça”. A 2 Coríntios 8 usa oito vezes a palavra “graça”, referindo-se à ajuda aos santos pobres (2). Dar primeiro a Deus  (8:5). (3) Dar-se a si mesmo para conhecer a vontade de Deus (8:5) (4) Dar em resposta ao dom de Cristo (8:9 e 9:15). (5) Dar com desejo sincero (8:8, 10, 12 e 9:7) (6) Não dar por causa de mandamento algum (8:8,10; 9:7). (7) Dar além de sua capacidade (8:3, 11, 12) (8) Dar para produzir igualdade. Isso quer dizer que os que têm mais devem dar mais, a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar mais (8:12,14) (9) Dar com alegria (8:2). (10) Dar porque está crescendo espiritualmente (8:3,4,7). (11) Dar porque deseja crescer espiritualmente (9:8, 10, 11). (12) Dar porque está ouvindo o Evangelho ser pregado (9:13).

Ponto 2 - Na Palavra de Deus o dízimo é sempre em alimento

O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluem todas as fontes de renda.

Não usem o Dicionário de Webster. Usem a Palavra de Deus para definir a palavra “dízimo”. Abram uma boa “Concordância Bíblica”. Vocês vão descobrir que a definição usada pelos advogados do dízimo está errada.  Na Palavra de Deus o vocábulo “dízimo” não aparece sozinho. Embora já existisse dinheiro, a substância do dízimo divino jamais foi dinheiro.  Ele era o “dízimo do alimento”. Isso é muito importante. ** Os verdadeiros dízimos bíblicos eram sempre somente o alimento proveniente das fazendas e rebanhos, somente dos israelitas que vivessem exclusivamente dentro da Terra Santa de Deus, as fronteiras nacionais de Israel ** A fartura provinha da mão de Deus e não da manufatura ou habilidade do homem.

         Existem 15 versos de 11 capítulos e 8 livros, de Levítico 27 a Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais, repito, jamais incluía dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa, além de alimento. Mesmo assim, a definição incorreta de “dizimar” é a maior mentira que está sendo pregada sobre esse ato, hoje em dia. (Vejam Levítico 27:30,32; Números 18:27,28; Deuteronômio 12:17; 14:22, 23, 26; 2 Crônicas 31:5; Neemias 10:37; 13:5; Malaquias 3:10; Mateus 23:23 e Lucas 11:42).

Ponto 3 - O dízimo de Abraão a Melquisedeque se embasou numa tradição pagã.

O falso ensino é que Abraão deu voluntariamente o dízimo porque foi a vontade de Deus.

Contudo, pelas seguintes razões, Gênesis 14:20 não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem:

1 - A Bíblia não diz que Abraão deu “voluntariamente” esse dízimo.

2 - O dízimo de Abraão não foi um dízimo santo, da Terra Santa de Deus, produzido pelo povo santo de Deus.

3 - O dízimo de Abraão foi do espólio de guerra, o que era comum a muitas nações.

4 - Em Números 31, Deus exige apenas 1% dos espólios de guerra.

5 - O dízimo de Abraão a Melquisedeque aconteceu apenas uma vez e Abraão mudava sempre de lugar.

6 - O dízimo de Abraão não proveio de sua riqueza pessoal.

7 - Abraão nada conservou para si mesmo, tendo devolvido tudo.

8 - O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, a fim de respaldar o ato de dizimar.

9 - Gênesis 14:21 é o texto chave. Visto como muitos comentários explicam o verso 21 como exemplo da tradição pagã árabe, é uma contradição explicar os 90% do verso 21 como pagão, ao mesmo tempo insistindo-se em que os 10% do verso 20 eram a vontade de Deus.

10 - Se Abraão serve de exemplo para o cristão dar 10% a Deus, então deveria também ser um exemplo para ele dar os restantes 90% a Satanás, ou ao Rei de Sodoma!

11 - 0 Visto como nem Abraão nem Jacó tinham um sacerdócio levítico para manter, eles não tinham lugar algum onde entregar os dízimos, durante os seus muitos movimentos.

Ponto 4 - Os Primeiros Dízimos eram recebidos pelos servos dos sacerdotes.

O falso ensino é que os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo.

A verdade é que o dízimo “completo”, o primeiro dízimo, não ia para os sacerdotes, de modo algum. Em vez disso, conforme Números 18:21-24 e Neemias 10:37, ele ia para os servos dos sacerdotes, os levitas. Em seguida, conforme Números 18:25-28 e Neemias 10:38, os levitas davam o “melhor décimo” desses dízimos (1%) recebidos aos sacerdotes que ministravam os sacrifícios pelos pecados e serviam dentro dos locais sagrados. Os sacerdotes não dizimavam pessoalmente, de modo algum.

         É também importante saber que em troca de receber, esses dízimos, tanto os levitas como os sacerdotes perdiam todo o direito à herança permanente da terra dentro de Israel (Números 18:20-26; Deuteronômio 12: 12; 14:27,29; 18:1-2; Josué 13:14,33; 14:3; 18:7; Ezequiel 44:28). Os levitas que recebiam o primeiro dízimo eram proibidos de ministrar os sacrifícios de sangue, sob pena de morte (Números 18:3). Não há continuação dessa ordenança na Nova Aliança.

Ponto 5 - A frase: “É santo ao Senhor” não torna o dízimo um princípio eterno moral.

O falso ensino  é que Levítico 27:30-32 prova que o dízimo é um “eterno princípio moral” porque “ele é santo do Senhor”.

         Contudo, os mestres do dízimo devem ignorar a frase mais forte “ele é santíssimo ao Senhor”, nos imediatos versos precedentes: 28 e 29. Isso porque os versos 28 e 29 não são definitivamente “eternos princípios morais” na igreja. Em seu contexto, as frases “É santo ao Senhor” e “é santíssimo ao Senhor” não podem se interpretadas como “eternos princípios morais”. Por que? Porque quase qualquer outro uso desta frase em Levítico foi há muito descartado pelos cristãos. Frases semelhantes são também usadas para descrever todos os festivais, ofertas sacrificais, distinção entre alimentos puros e impuros, os sacerdotes da Antiga Aliança e o santuário da antiga Aliança.

Ponto 6 - Existem na Bíblia quatro tipos diferentes de Dízimos.

O falso ensino ignora todos os outros dízimos e focaliza somente a parte do primeiro dízimo religioso.

Na realidade, o primeiro dízimo religioso chamado o “Dízimo Levítico” tinha duas partes. Novamente todo o primeiro dízimo era dado aos levitas, os quais eram apenas servos dos sacerdotes (Números 18:21-24; Neemias 10:37). Por sua vez, os levitas davam 1/10 de todos os dízimos aos sacerdotes (Números 18:25-28; Neemias 10:38). Conforme Deuteronômio 12 e 14, o segundo dízimo religioso, chamado o “Dízimo de Festa”, era comido pelos adoradores, nas ruas de Jerusalém, durante os três festivais anuais (Deuteronômio 12:1-19; 14:22-26). E conforme Deuteronômio 14 e 26, o terceiro dízimo, chamado o “dízimo dos pobres” guardados nas casas, a cada três anos, era usado para alimentar os pobres (Deuteronômio 14:28-29; 26:12-13).

Ainda conforme o 1 Samuel 8:14-17, o Rei coletava o primeiro e o melhor 10% para uso político. Durante o tempo de Jesus, Roma coletava os primeiro 10% da maior parte dos alimentos e 20% da colheita de frutas como espólio de guerra.

É de admirar que as igrejas estejam tentando omitir isso, quando falam somente de um dízimo religioso, simplesmente porque este se encaixa melhor em seus propósitos, ignorando os outros dois importantes dízimos religiosos.

Outro erro comum é equacionar o dízimo com “as primícias”, ou até mesmo com “o melhor”. Enquanto o dízimo do dízimo (1%) que era dado aos sacerdotes, era “o melhor” do que os levitas recebiam, o dízimo que os levitas recebiam era 1/10, mas não necessariamente “o melhor”. (Levítico 27:32,33). Também, enquanto as primícias e o primogênito de cada animal puro eram levados diretamente ao Templo, o dízimo era entregue diretamente nas cidades levíticas (Neemias 10:35-38).

Segundo alguns historiadores, “as primícias” eram ofertas extremamente pequenas. Em geral “as primícias” de uma vila inteira podiam ser carregadas em um único animal.

Ponto 7 - Jesus, Pedro Paulo e os pobres não dizimaram.

O falso ensino é que de todo mundo no Velho Testamento era exigido que trouxesse sua oferta a Deus a nível de 10%.

Na realidade nenhum dízimo era exigido dos pobres. Nem também provinha o mesmo das mãos do artesão ou do seu ofício. Somente os fazendeiros e pecuaristas possuíam o que era definido como ganho ao dízimo. Jesus era carpinteiro; Paulo era artesão de tendas e Pedro era pescador. Nenhuma dessas ocupações os qualificava como pagadores do dízimo, visto como não cultivavam a terra nem possuíam rebanhos para o seu sustento. Desse modo, é incorreto ensinar que todo mundo pagava a exigência mínima de um dízimo e, então, que dos cristãos da Nova Aliança deveria ser exigido, apenas para início, esse mesmo mínimo da Velha Aliança dos israelitas. Esta afirmação é comumente repetida nas igrejas, ignorando completamente a exata definição do dízimo como alimento obtido nas fazendas e no aumento dos rebanhos.

Também é errado ensinar que era exigido dos pobres de Israel que estes pagassem o dízimo. Na verdade, eles até recebiam dízimos. Boa parte do dízimo dos festivais era entregue aos pobres. De fato, muitas leis protegiam os pobres do abuso dos sacrifícios dispendiosos, para os quais eles não podiam ofertar. (Vamos ler Levítico 14:21; 25:6,25-28,35,36; 27:8; Deuteronômio 12:1-19; 14:23,28-29; 15:7,8,11; 24:12,14,15,19,20; 26:11-13; Malaquias 3:5; Mateus 12:1,2; Marcos 2:23-24; Lucas 2:22-24; 6:1-2; 2 Coríntios 8:12-14; 1 Timóteo 5:8; Tiago 1:27).

Ponto 8 - Os dízimos eram muitas vezes usados como impostos políticos.

O falso ensino é que os dízimos nunca são comparados aos impostos ou taxas.

Contudo, na economia hebraica, o dízimo era usado de maneira totalmente diferente da que hoje é pregada. Mais uma vez, os levitas que recebiam o dízimo inteiro nem sequer eram ministros ou sacerdotes - eles eram apenas servos dos sacerdotes. Números 3 descreve os levitas como sendo carpinteiros, fundidores de metal, artesãos de couro e artistas, que mantinham o pequeno santuário. E 2 Crônicas 23-27, durante o tempo dos reis Davi e Salomão, os levitas também foram peritos artesãos, os quais inspecionavam as obras do Templo. Vinte e quatro mil deles trabalhavam no Templo como construtores e supervisores; seis mil eram oficiais e juízes; quatro mil eram guardas e quatro mil eram músicos.

Como representantes políticos do rei, os levitas usavam o seu dízimo para servir aos oficiais, juízes, coletores de impostos, tesoureiros, guardas do Templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1 Crônicas 12:23,26; 27:5). É obvio que esses exemplos do uso bíblico da entrada do dízimo nunca se tornam exemplos para a igreja de hoje.

É importante saber que na Antiga Aliança os dízimos nunca eram usados para evangelizar os não israelitas. Neste ponto o dízimo falhou. Vejam Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais estimularam os levitas e sacerdotes da Antiga Aliança a estabelecer uma única missão fora do país, para encorajar um só gentio a se tornar israelita (Êxodo 23:32; 34:12,15; Deuteronômio 7:2).

         O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor.  De fato, durante a maior parte da história de Israel, os profetas foram os principais portadores da Palavra de Deus e não os levitas e os sacerdotes que recebiam o dízimo.

Ponto 9 - Os dízimos levíticos eram normalmente levados às cidades levíticas.

Os falsos mestres querem que pensemos que todos os dízimos eram levados ao Templo e que agora devem ser levados ao armazém do edifício eclesiástico.

O dízimo inteiro jamais foi para o Templo. Na realidade, a extraordinária maioria dos dízimos levíticos jamais foi para o Templo. Os que ensinam o contrário ignoram as cidades levíticas e as 24 localidades dos levitas e sacerdotes. Conforme Números 35, Josué, 20, 21 e 1 Crônicas 6, os levitas e os sacerdotes residiam nas cidades levíticas, em terras emprestadas, onde cultivavam o solo e criavam os animais dizimáveis. Está claro em Números 18:20-24; 2 Crônicas 31:15-19 e Neemias 10:37, que do povo comum esperava-se que trouxesse dízimos às cidades levíticas. Por que? Porque lá vivia a grande maioria dos levitas e sacerdotes com suas famílias, a maior parte do tempo. Vejam também Neemias 13:9.

Ponto 10 - Malaquias 10 é o texto do qual mais se tem abusado na Bíblia sobre o dízimo.

O falso ensino sobre os dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.

1. - Malaquias é contexto da Antiga Aliança e nunca é citado na Nova Aliança para a Igreja (Levítico 27:34; Neemias 10:28-29; Malaquias 3:7; 4:4).

2. - Malaquias 1:6; 2:1 e 3:1-5 são muito claramente endereçados aos sacerdotes desonestos, os quais são amaldiçoados porque haviam roubado as melhores ofertas de Deus.

3. - As cidades levíticas devem ser consideradas, enquanto Jerusalém nunca foi uma cidade levítica (Josué 20, 21). Não faz sentido algum ensinar que 100% dos dízimos eram levados ao Templo, quando a maioria dos levitas e sacerdotes não morava em Jerusalém.

4. - Em Malaquias 3:10-11, os dízimos ainda são apenas alimentos (Levítico 27:30-33).

5. - As 24 localidades residenciais dos levitas e sacerdotes também devem ser levados em conta.

Começando com os Reis Davi e Salomão, eles foram divididos em 24 famílias. Essas divisões também continuavam a vigorar no tempo de Malaquias, com Esdras e Neemias. Visto como normalmente apenas uma família servia ao Templo e por uma semana da cada vez, não havia, absolutamente, qualquer razão para que todos os dízimos fossem enviados ao Templo, quando 98% daqueles a quem se destinavam como alimento ainda se encontravam nas cidades levíticas (1 Crônicas 24:26; 28:13,21; 2 Crônicas 8:14; 23:8; 31:2, 15-19; 35:4-5,10; Esdras 6:18; Neemias 11:19,30; 12:24; 13:9-10; Lucas 1:5).

Desse modo, quando o contexto das cidades levíticas, as 24 famílias dos sacerdotes, os filhos menores, as viúvas, Números 18:20-28, 2 Crônicas 31:15-19, Neemias 10-13 e todo o livro de Malaquias são avaliados, vemos que apenas 2% do total do primeiro dízimo eram normalmente exigidos no Templo de Jerusalém.

Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11, perduraram somente até o término da antiga Aliança, ou seja, até o Calvário. A audiência de Malaquias havia voluntariamente reafirmado a Antiga Aliança (Neemias 10:28-29. “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém” (Deuteronômio 27:26, citado em Gálatas 3:10). E Jesus Cristo deu um fim a essa maldição, conforme Gálatas 3:13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.

Hoje em dia, a classe mais pobre é a que mais contribui para beneficência. E, mesmo assim, ela permanece na pobreza. A loteria e os dízimos não são uma garantia para alguém enriquecer depressa, em vez da educação, da determinação e do árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 funcionasse realmente com os cristãos da Nova Aliança,  nesse caso milhões de cristãos dizimistas já teriam escapado da pobreza e se tornado o grupo mais rico do mundo, em vez de continuar sendo pobre. Portanto, não existe evidência alguma de que a vasta maioria dos pobres “pagadores do dízimo” tenha sido abençoada pelo mero fato de o entregar. As bênçãos da Antiga Aliança já não estão em efeito (Hebreus 7:18-19; 8:6-8, 13).

Ponto 11 - O dízimo não é ensinado no Novo Testamento.

O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23:23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento.

A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte (Gálatas 3:19, 24, 25; 4:4). O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário.  Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23:23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário. Em Mateus 23:23, Ele mandou que os judeus obedecessem aos escribas e fariseus, porque estes se assentavam na cadeira de Moisés. Por acaso Ele ordenou que os gentios por Ele curados comparecessem diante dos sacerdotes judeus?

Não existe um único texto do Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário. (Atos 2:42-47 e 4:32-35 não são exemplos para se dizimar, a fim de sustentar os líderes da igreja). Conforme Atos 2:46, os cristãos judeus continuavam a adorar no Templo. E conforme Atos 2:44 e 4:33,34, os líderes da igreja compartilhavam igualmente o que recebiam com todos os membros da igreja (o que hoje não se faz). Finalmente, Atos 21:20-25, prova que os cristãos judeus ainda observavam fielmente toda a Lei de Moisés - até 30 anos depois - devendo aí ser incluído o dizimar, pois se não o fizessem, não poderiam ter permissão de entrar no Templo para adorar. Desse modo, todos os dízimos coletados pelos primeiros cristãos judeus eram para o sustento do Templo e não para sustentar a igreja.

Ponto 12 - Os sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos pelos pastores bíblicos.

O falso ensino é que os anciãos e pastores da Nova Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo.

Comparem Êxodo 19:5, 6 com a 1 Pedro 2:9-10. Antes do incidente do bezerro de ouro, Deus havia pretendido que todo israelita se tornasse um sacerdote e o dízimo jamais foi mencionado. Os sacerdotes não dizimavam, mas recebiam 1/10 do primeiro dízimo (Números 18:26-28 e Neemias 10:37-38).

         A função e o propósito dos sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos, não pelos anciãos e pastores, mas pelo sacerdócio de todos os crentes. Como outras ordenanças da Lei, o dízimo foi apenas uma sombra temporária, até a vinda de Cristo (Efésios 2:14-16; Colossenses 2:13-17; Hebreus 10:1). Na Nova Aliança cada crente é um sacerdote de Deus (1 Pedro 2:9-10; Apocalipse 1:6; 5:10). E como sacerdote cada crente oferece sacrifícios a Deus (Hebreus 4:16; 10:19-22; 13:15-16). Então, cada ordenança que havia sido previamente aplicada ao antigo sacerdócio foi anulada no Calvário. Visto não pertencer à Tribo de Levi, até mesmo Jesus Cristo foi desqualificado. Desse modo, o propósito original de dizimar já não existe (Hebreus 7:12-19; Gálatas 3:19, 24, 25; 2 Coríntios 3:10).

Ponto 13 - A Igreja da Nova Aliança não é um edifício nem um armazém.

O falso ensino é que os edifícios cristãos chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina.

A Palavra de Deus jamais descreve os grupos da Nova Aliança como ”tabernáculos”, “templos” ou “edifícios”. Os cristãos não “vão à igreja”. Eles se “reúnem para adorar”. Também, visto que os sacerdotes do Velho Testamento pagavam o dízimo, então, logicamente, o dízimo não pode continuar. Nesse caso, é errado chamar um edifício de “armazém do Senhor” para receber os dízimos (1 Coríntios 3:16-17; 6:19-20; Efésios 1:22-23; 2:21; 4:12-16; Apocalipse 3:12). Com respeito à palavra “armazém” comparem a 1 Coríntios 16:2 com a 2 Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários séculos após o Calvário, os cristãos nem mesmo possuíam um edifício próprio (que chamassem de armazém), visto como o Cristianismo era uma religião ilegal.

Ponto 14 - A Igreja cresce quando usa os melhores princípios da Nova Aliança.

O falso ensino é que os princípios de dar graças não são tão bons como os princípios do dizimar na Antiga Aliança.

Sob a Nova Aliança:

1 - Conforme Gálatas 5:16-23, não existe lei física que possa controlar  o fruto do Espírito Santo [Infelizmente o Espírito Santo  é Quem mais tem sofrido nas igrejas neopentecostais, que o transformaram num office-boy, o qual tem “obrigação” de descer quando invocado e de fazer tudo que os pastores semi-bíblicos e os crentes imaturos dessas igrejas acham por bem exigir dEle. Essas pessoas mal conhecedoras da Bíblia se comportam com o Espírito Santo exatamente como os feiticeiros se comportam com os maus espíritos].

2 - A 2 Coríntios 3:9-10 ensina: “Se o ministério da condenação [Antiga Aliança] foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça [Nova Aliança]. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória”.

3 - Hebreus 7 apenas faz a menção pós-Calvário de dizimar, numa explanação de porque o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de Cristo, porque aquele era fraco e ineficiente. Estudem Hebreus 7 e sigam a progressão do verso 5 ao verso 12 e ao verso 19.

4 - A maneira pela qual o dízimo é hoje ensinado reflete o fracasso da igreja em crer e agir segundo os muito melhores princípios do amor, da graça e da fé. O princípio do dízimo obrigatório não pode nem poderia ter sido mais próspero à igreja do que os princípios guiados pelo verdadeiro amor a Cristo e às almas perdidas (2 Coríntios 8:7-8). [Se o dízimo fosse usado para sustentar os missionários, as viúvas pobres e os órfãos, ele seria um princípio de amor e graça, mas, infelizmente, ele é usado hoje em dia para comprar aparelhos de som e para outros fins nada cristãos...]

Ponto 15 - O Apóstolo Paulo preferia que os líderes da igreja se auto-sustentassem.

O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo.

Nada poderia estar mais longe da verdade. Como um rabino judeu, Paulo estava entre os que insistiam em trabalhar com as próprias mãos pelo seu sustento (Atos 18:3; 1 Tessalonicenses 2:9-10; 2 Tessalonicenses 3:8-14). Embora ele não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho. (1 Coríntios 9:12). De fato, duas vezes em Atos 20:29, 35 e também na 2 Coríntios 12:14, ele até mesmo encoraja os anciãos da igreja a trabalharem para manter os necessitados da igreja [Eu só queria ver um dos pastores atuais trabalhando para ajudar os pobres da igreja!].

Para Paulo, a expressão “viver do evangelho” significava “viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça” (1 Coríntios 9:14). Conquanto verificasse ter “direito” a alguma ajuda, ele concluía que a  “liberdade” de pregar o seu evangelho era mais importante, a fim de cumprir a sua vocação de Deus (1 Coríntios 9:15; 11:7-13; 12:13,14; 1 Tessalonicenses 2:5-6). Enquanto trabalhava como artesão de tendas, Paulo aceitou uma certa ajuda, porém se gloriava de que o seu pagamento ou salário era o fato de poder pregar livremente, sem se tornar um fardo para os outros (1 Coríntios 9:16-19).

Ponto 16 - O dízimo não se tornou uma lei na igreja, até o Ano 777 d.C.

O falso ensino é que a igreja histórica sempre ensinou o dízimo.

Até mesmo em Atos 21:20-26, algumas décadas após o Calvário, os primeiros cristãos judeus em Jerusalém continuavam seguindo fielmente a lei da Antiga Aliança e ainda adoravam e ajudavam a manter o templo judaico. Como eles eram judeus obedientes, a lógica nos força a concluir que eles continuavam a entregar os dízimos dos alimentos colhidos ao sistema do Templo.

         Conquanto discordando dos seus próprios teólogos, muitos historiadores da igreja escrevem que o dízimo não se tornou uma doutrina aceita na igreja, durante mais de 700 anos após o Calvário. Os antigos pais da igreja, antes de 321 d.C. (quando Constantino tornou o Cristianismo uma religião legal) se opunham ao dízimo, considerando-o uma doutrina puramente judaica. Clemente de Roma (Ano 95), Justino Mártir (150), o Didaquê (150-200) e Tertuliano (150-220) se opunham ao dízimo. Até mesmo Cipriano (200-258) rejeitou a introdução do dízimo incluído na distribuição aos pobres.

De fato, os antigos líderes da igreja praticavam o ascetismo. Isso quer dizer que ser pobre era a melhor maneira de servir a Deus. Eles copiavam sua adoração conforme as sinagogas judaicas, as quais tinham rabinos que se auto-sustentavam, recusando-se a  receber dinheiro para ensinar a Palavra de Deus (Ver Schaff - “History of Christian Church”, vol. 2, 63, 128, 98-200, 428-434).

Segundo os melhores historiadores e enciclopédias, 500 anos se passaram até que a igreja, no Concílio de 585, tentasse, sem sucesso algum, forçar os seus membros a dizimar. Mas não foi antes de 777 d.C. que o Imperador Carlos Magno permitiu legalmente que a igreja coletasse dízimos [É claro que a Igreja de Roma, a qual coroou Carlos Magno,  foi quem ressuscitou o dízimo, por causa da sua desmedida ganância por riqueza material].

Conclusão

Na Palavra de Deus o vocábulo ”dízimo” não aparece sozinho. Ele é sempre “o dízimo do alimento”. O dízimo bíblico era muito estritamente definido e limitado pelo próprio Deus.

         Os verdadeiros dízimos bíblicos sempre eram:

1. - Apenas em alimentos.

2. - Somente de fazendeiros e pecuaristas.

3. - Somente dos israelitas.

4. - Somente de quem vivia dentro da Terra Santa de Deus, das fronteiras nacionais de Israel.

5. - Somente sob os termos da Antiga Aliança.

6. - A fartura só poderia provir da mão de Deus.

Por conseguinte:

1. - Itens não alimentícios não podiam ser dizimados.

2. - Animais limpos caçados e peixes não podiam ser dizimados.

3. - Os não israelitas não podiam dizimar.

4. - Alimentos que viessem de fora da Terra Santa de Deus não podiam penetrar no Templo.

5. - O dízimo legítimo não acontecia quando não houvesse o sacerdócio levítico.

6. - O dízimo não podia provir do que fosse fabricado pelas mãos do homem, produzido ou apanhado na pesca.

Convido os líderes de igrejas para uma discussão aberta sobre este assunto. O estudo cuidadoso em oração da Palavra de Deus é essencial ao crescimento da igreja. Que Deus os abençoe.

Russel Kelly/Mary Schultze,

russkellyphd@earthlink.net

 

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russkellyphd@earthlink.net

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Pensamentos1

“Foi meu pai quem me ensinou o valor da honestidade. Tudo o que eu não tenho devo a ele”.

A Última Coisa Que Eu Pretendo Fazer na Vida É Morrer.

(Ciro Pellicano)

“O tempo é o melhor de todos os mestres, só que termina matando todos os seus discípulos”.

(Lair Ribeiro)

“O ciumento passa a vida procurando um segredo que vai destruir sua felicidade”

( Oxen Stiern)

“Quanto mais vazio está um coração, mais ele pesa”.

(Amiel Lapeyre)

“A fidelidade a uma opinião petrificada nunca chegou a quebrar um grilhão ou a libertar uma alma humana”.

(Mark Twain)

“A única pessoa educada é aquela que aprendeu como aprender e... como mudar”

( Carl Rogers)

“A experiência não é o que acontece a um homem, mas aquilo que ele faz com o que lhe acontece”.

(Aldous Huxley)

“Em toda obra de gênio reconhecemos as nossas próprias idéias rejeitadas; elas voltam a nós com certa grandiosidade distante”.

( Ralph Waldo Emerson)

“Comparado àquilo que devemos ser, estamos apenas meio acordados”.

(William James)

“Quando você encerra um projeto criativo, algo que o consumiu por algum tempo, é como se fosse o fim de um caso de amor”.

(Suzane Eichhorn)

“Não se pode fortalecer o fraco enfraquecendo o forte”.

(Abraham Lincoln)

“Quatro etapas para uma façanha: planejar objetivamente, preparar religiosamente, proceder positivamente, perseguir persistentemente”.

( William A. Ward)

“As grandes coisas são feitas por pessoas que têm grandes idéias e saem pelo mundo para fazer com que seus sonhos se tornem realidades”.

(Ernest Holmes)

“No passado cometi o maior pecado que um homem pode cometer: não fui feliz”

( Jorge Luis Borges)

A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para frente.

(Soren Kierkergaard)

“Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles”.

(Victor Hugo)

“O homem não vive uma centena de anos, mas se preocupa o suficiente para mil”.

(Provérbio chinês)

“Aspire à grandeza. Cada um de nós só vai viajar pela estrada da vida uma vez, e uma vez é suficiente se você fizer tudo certo”.

(J. Warren McClure)

“Seja o que for que você faça ou sonho que possa realizar, dê partida a ele. A audácia tem genialidade, força e magia em sua essência”.

( Joham Goethe)

“Toda a diferença entre a construção e a criação é exatamente esta: uma coisa construída só pode ser amada depois de pronta, ao passo que uma coisa criada é amada antes de existir.”

(G. K. Chesterton)

“As coisas não são boas nem ruins; o pensamento é que as faz assim”.

(William Shakespeare)

“Primeiro levantamos a poeira e depois nos queixamos de que não conseguimos enxergar”.

(Berkeley)

“O mundo abre passagem para qualquer um que saiba para onde está indo”

( David Starr Jordan)

“Idéias têm conseqüência”.

(Richard Weaver)

“A amizade é o mais alto grau de perfeição da sociedade”.

(Montaigne)

“As amizades reatadas requerem maiores cuidados do que as que nunca foram rompidas”.

(Monteiro Lobato)

“Só se pode confiar em um palpite que pode ser explicado”.

(Max Gunther)

“O tempo é o único capital do homem”.

(Alípio do Amaral Ferreira)

“A fama é você conseguir o que quer, mas não poder usar nada”.

( David Copperfield)

“Com fé você vence. Sem fé, passa para trás os que venceram”.

(Millor Fernandes)

“Não sei o que faz um homem mais conservador — não saber nada além do presente, ou nada além do passado”.

(John Maynard Keynes)

“A coragem é a principal das qualidades humanas, porque é a que garante as outras”.

(Aristóteles)

“A máquina pode substituir cem pessoas comuns. Nenhuma máquina pode substituir uma pessoa criativa”.

(Elbert Hubbard)

“Se você não sabe para onde está indo, todo caminho o levará a lugar nenhum”.

(Henry Kissinger)

“O dinheiro não muda o homem. Ele apenas o desmascara”.

(Henry Ford)

“Fazer bons negócios é ver primeiro”.

(Aristóteles Onassis)

“A melhor forma de prever o futuro é inventá-lo”.

(Alan Kay)

“Ao falhar na preparação, você está se preparando para fracassar”.

(Benjamim Franklin)

“Não são os grandes planos que dão certo. São os pequenos detalhes”.

(Stephen Kanitz)

“Volto atrás, sim. Com o erro não há compromisso”.

(Juscelino Kubitschek)

“Todas as coisas são difíceis antes de se tornarem fáceis”.

(Thomas Fuller)

“Se quiser ter uma boa idéia, tenha uma porção de idéias”.

(Thomas Edison)

“Copiar o bom é melhor que inventar o ruim”.

(Armando Nogueira)

“Um chefe é um homem que precisa dos outros”.

(Paul Valéry)

“Um amigo é alguém que gosta de você apesar do seu sucesso”.

(Murilo Felisberto)

“A amizade é como dinheiro, mais fácil de conseguir do que de manter”.

(Samuel Butler)

“Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”.

(Brecht)

“Sorria! Sorrir abre caminhos, desarma os mal-humorados, contamina. Mas sorria com a alma, não apenas com os lábios”.

(Lea Waider)

“A vida está cheia de desafios que, se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades”.

(Maxwell Maltz)

“Ninguém que se entusiasme com seu trabalho tem algo a temer na vida”.

(Samuel Goldwyn)

“Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade”.

( Bertrand Russel)

“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz”.

(Madre Teresa de Calcutá)

“Dentre os mais dignos predicados de um homem está o de saber dizer a verdade”.

(Renato Kehl)

“Credibilidade não é algo que se ganha pela insistência, mas que se conquista pela competência”.

TijolosECO* –– Consciência e responsabilidade na preservação da natureza.

“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira. Mas já tantos sonhos se realizaram, que não temos direito de duvidar de nenhum”.

(Monteiro Lobato, in “Mundo da Lua”, 1923)

“A felicidade completa é algo que está muito próximo da tristeza”.

(Charles Chaplin)

“Eleva a tal ponto a tua alma, que as ofensas não a possam alcançar”.

(René Descartes)

“Uma moradia deve servir para algo mais do que abrigar seus ocupantes das inclemências do tempo. Em uma casa atrativa, o proprietário encontrará constante orgulho pessoal, assim como a elevação espiritual que o ambiente traz consigo”.

(Anthony F. Merryl, in The Rammed-Earth House, 1947)

“Você só alcança a felicidade se ouvir seu coração, se fizer da sua vida uma missão e não uma carreira”.

(Enio Duarte Pinto)

“Quando você faz o que ama, faz bem-feito. E, quando é bem-feito, sempre aparece alguém disposto a pagar pelo produto ou serviço que você oferece”.

(Enio Duarte Pinto)

“Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também”.

(Jesus Cristo)

“Seja a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disso passar vem do maligno”.

( Jesus Cristo)

“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens”.

(Jesus Cristo)

“Vós sois a luz do mundo. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

(Jesus Cristo)

“O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.

(Paulo, apóstolo)

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com vos ameis uns aos outros; pois quem ama ao próximo, tem cumprido a lei”.

(Paulo, apóstolo)

“No mundo dos negócios, não é o maior que engole o menor. É o mais rápido que devora o mais lento”.

(José Carlos Semenzato (Microlins)

“Sou enérgico quando necessário, mas a ferro e a fogo não se chega a lugar nenhum”.

(José Carlos Semenzato (Microlins).

“Perdi o nome, a conta bancária, o crédito, mas não o sonho. Descobri que quem não acredita no próprio sonho morre na praia”.

(José Carlos Semenzato (Microlins).

“O amanhã tem que ser sempre melhor do que hoje. Se não for, algo está errado”.

(José Carlos Semenzato (Microlins).

“O homem sempre procurou uma religião como âncora do futuro, com o objetivo de transcender a morte, e sempre procurou a medicina como âncora do presente, com o objetivo de retardar a morte”.

(Augusto Cury)

“Se Deus pensasse apenas em si mesmo, e para si recolhesse o seu espírito e o seu sopro, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó.”

(Eliú, amigo de Jó)

“Não há assuntos chatos, apenas escritores chatos”

(H.L. Mencken)

“A verdadeira riqueza de um homem é o bem que ele faz neste mundo”

(Maomé)

“Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros”

(Confúcio)

“A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo”

(Friedrich Nietzsche)

“O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo”

(Balzac)

“Não há melhor fragata que um livro para nos levar a terras distantes”

(Emily Dickinson)

"Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito."

( Martin Luther King)

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“Deus, porém, ouviu a voz do menino; e o Anjo de Deus chamou do céu a Agar e lhe disse: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino, daí onde está. Ergue-te, levanta o rapaz, segura-o pela mão, porque eu farei dele um grande povo. Abrindo-lhe Deus os olhos, viu ela um poço de água, e, indo a ele, encheu de água o odre, e deu de beber ao rapaz.” Gênesis 21:17-19
Quantas vezes você passou por uma situação desesperadora como a de Agar? Quantas vezes você se sentiu abandonado em meio ao deserto?
O deserto é um lugar seco, árido, quente, sem expectativas... É um lugar de solidão, de angústia. Os desertos que enfrentamos na vida são assim: cruéis. Eles machucam, marcam, magoam...
Outro dia, li uma frase impactante: “DEUS COLOCA UMA VÍRGULA ONDE EXISTE UM PONTO FINAL”. Todas as vezes que se sentir perdido, no meio do deserto, lembre-se disso. Para Agar e Ismael aquele era o fim, mas Deus decidiu que ali seria um recomeço. Esta é uma grande lição para nós. Podemos aprender algumas verdades a partir do texto:
1) Deus usa o deserto para nos atrair até Ele.
Num jardim há tantas flores, tantas variações de cores e formas... No deserto não existe nada. É areia por todos os lados. A paisagem não muda! Quando está tudo bem em nossas vidas, quando tudo parece caminhar conforme desejamos, muitas vezes nos esquecemos até de agradecer a Deus. Existe tanta coisa para se fazer, tantas pessoas em volta, tantas distrações. Nos momentos difíceis, quando atravessamos os “desertos” nas nossas vidas, temos somente Deus. Nesses momentos nosso clamor vem do fundo do coração.
2) Deus quer que você faça a sua parte.
O anjo disse a Agar: “Ergue-te, levanta-te!” Deus não se agrada de pessoas que desistem, que ficam prostradas. Diante das dificuldades, não devemos parar. Devemos acelerar nossos passos, com os olhos firmes, fitos no Senhor. Deus providenciou a água, mas Ele não a levou ali, onde Agar estava prostrada. Ela precisou levantar-se, ir até o poço, encher de água o odre. Ela precisou fazer a parte dela. Precisou agir!

3) Deus faz infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.

Naquele momento, um copo de água seria a salvação de Agar e Ismael. A sede devia ser tanta que um só copo já seria o bastante.. Mas Deus faz infinitamente mais. Ele não providenciou um copo, Ele deu um poço!!! Eles saciaram não só seus corpos para aquele momento, mas ainda tiveram provisão para continuar a jornada. O nosso Deus é Jeová-jire, “Deus proverá”. Se Ele fez por Agar e Ismael, fará também infinitamente mais por mim e por você!
Autora: Elaine Predis


Nota importante:

Jesus ensinou a dar de graça o que recebemos de graça. Se esta mensagem, de alguma forma, lhe fez bem, então provavelmente ela poderá fazer bem para outras pessoas que você conheça.
Gostaria de sugerir, se não for constrangimento para você, que compartilhasse e encaminhasse este e-mail para o seu círculo de amigos e conhecidos. Fazendo isto você potencializa, em muito, o alcance da Palavra que já fez tanto bem aos nossos corações.

Leia outros artigos em www.ovelhamagra.com

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AINDA TROCO UM JOGADOR DE FUTEBOL, COM BRINQUINHO E TUDO TAMBÉM.......

"No  futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos
estão tristes.

Na educação é o número 85 e ninguém reclama..."

EU APÓIO ESTA TROCA
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1parlamentar que
rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
Prezado  amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma
cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário
bruto mensal: R$ 650,00.

Eu  fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$ 650,00. Isso
mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que
não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$ 440,00.

Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino
poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando,
atualmente a regra é essa: o professor faz de conta que dá aula, o
aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a
escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade!

Sinceramente, eu leciono porque sou um  idealista e atualmente vejo a
profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei
na boca do estômago do meu idealismo foi duro!

Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$ 10,2
milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto
trabalhado aqui custa ao contribuinte R$ 11.545.

Na Itália, são gastos com parlamentares R$ 3,9 milhões, na França,
pouco mais de R$ 2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por
ano R$ 850 mil e na vizinha Argentina R$ 1,3 milhões.

Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688
professores com curso superior!

Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha
campanha, na qual o lema será:

TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES!

Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a
vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o
nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.
É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.

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